- Marrocos chega confiante para enfrentar o Brasil na primeira rodada da Copa de 2026, disputada nos EUA, México e Canadá, em 13 de junho.
- O ranking da FIFA mostra Brasil em sexto e Marrocos em sétimo, refletindo um equilíbrio maior entre as seleções.
- O aumento de investimento em infraestrutura e formação, aliado à atuação da diáspora marroquina, é apontado como base para o desempenho recente.
- Em março de 2024, Marrocos venceu o Brasil por 2 a 1 em amistoso disputado no Marrocos, fortalecendo a confiança local.
- A projeção de favoritismo para o Brasil permanece, mas com margem menor que em Copas anteriores, segundo análises; o time brasileiro também enfrenta desfalques por lesões.
A Copa do Mundo de 2026, que ocorre nos Estados Unidos, México e Canadá, terá um duelo entre Marrocos e Brasil na primeira rodada, neste sábado. A partida acontece em território norte-americano, com grande expectativa após a evolução marroquina nos últimos anos.
A mudança de cenário para o futebol marroquino é destacada por especialistas e torcedores. Enquanto 1998 marcou o primeiro duelo entre as seleções em Mundiais, hoje o equilíbrio técnico é visto como mais acentuado, reduzindo a distância histórica entre as equipes.
Em Marrakesh, a confiança é alta. A cidade, porta de entrada do Norte da África, recebe a torcida com simbolismos de protagonismo da seleção marroquina, que vive recente sucesso em Copas do Mundo.
A trajetória de Marrocos é fundamentada por investimentos estruturais, com academias e um centro de formação de alto nível, promovidos pelas autoridades. Tais pilares são apontados como causas da evolução recente da base e da seleção principal.
De forma prática, o país fez avançar infraestrutura e desenvolvimento de jovens atletas, com previsão de impacto até 2030. A presença de atletas da diáspora marroquina também é citada como fortalecedora do elenco.
Já o Brasil atravessa momento de transição, com mudanças técnicas e desfalques por lesões. A seleção passou por três treinadores nos últimos anos e tem elenco com ausências de nomes importantes, o que alimenta dúvidas sobre o desempenho na estreia do grupo C.
Especialistas destacam que o Brasil continua figura entre as favoritas, porém com menos folga do que em Copas anteriores. A imprensa local aponta o contraste entre histórico vitorioso e o momento atual da equipe.
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