- Entre as Copas de 2014 a 2022, os jogadores que ocuparam a camisa 9 ficaram 942 minutos sem marcar; Richarlison quebrou a sequência na edição de 2022 no Catar.
- Matheus Cunha, hoje no Manchester United, atua mais entre linhas e não costuma ser centroavante fixo.
- A posição segue cobrança de gols, com poucos atacantes mantendo vaga na equipe desde a Copa de 2022.
- Cunha afirma que prefere jogar flutuando, conectando meio-campo ao ataque, em vez de ser apenas finalizador.
- A estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026 será neste sábado, contra o Marrocos, em o Grupo C, com Cunha tendo a chance de iniciar um novo capítulo da camisa 9.
Matheus Cunha assume a missão de renovar a tradição da camisa 9 da seleção brasileira, buscando apagar a sequência de decepções que assombraram o posto entre 2014 e 2022. O grupo ficou 942 minutos sem marcar gol até que Richarlison rompeu o jejum na última Copa do Mundo. Cunha chega com perfil de jogador de movimentação, e não de centroavante fixo.
Atualmente no Manchester United, Cunha é visto por Carlo Ancelotti como um atacante capaz de ligar o meio ao ataque, e não apenas finalizar. Em entrevista, o jogador apontou que atua mais entre linhas, criando opções para o time e contribuindo com a equipe como um todo.
Desde a Copa de 2022, o Brasil marcou 35 gols, mas apenas um foi anotado por quem vestia a camisa 9. Endrick foi o último a balançar as redes nessa numeração, em 2024, contra o México. Richarlison, Gabriel Jesus e outros atacantes tiveram oportunidades sem consolidar a posição.
A primeira etapa de Cunha na função será neste sábado, durante a estreia do Brasil na Copa do Mundo. Às 19h, o Brasil encara o Marrocos na primeira rodada do Grupo C, em jogo que marca o início de um novo capítulo para a camisa 9 verde-amarela, com a expectativa de ver Cunha ocupar o espaço com mobilidade e criação.
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