- Kiribati, ilha do Pacífico com cerca de 100 mil habitantes, busca se filiar à Confederação de Futebol da Oceania para disputar a Copa do Mundo de 2030.
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- A campanha da KIFF envolve profissionalizar o esporte no país e atrair nomes consagrados do futebol para apoiar o processo.
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- O país enfrenta riscos climáticos, como elevação do nível do mar, erosão costeira e degradação de ecossistemas, segundo o PNUMA.
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- Se aceita pela OFC, a seleção de Kiribati disputaria duas vagas nas eliminatórias da Oceania: uma direta e outra para a repescagem mundial.
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- A Federação aponta a Copa de 2030 como uma possível última grande oportunidade de marcar presença histórica do país no futebol mundial.
A ilha de Kiribati, no Pacífico, vive sob risco de extinção e sonha em disputar a Copa do Mundo de 2030. A Federação de Futebol das Ilhas Kiribati (KIFF) abriu um processo de filiação à Confederação de Futebol da Oceania (OFC) para profissionalizar o esporte no país.
A KIFF pretende atrair nomes consagrados do futebol para estruturar clubes e seleções, ampliando a visibilidade internacional da nação. Eriati Reebo, presidente da KIFF, confirmou o convite a diretores, treinadores e jogadores de destaque.
O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente aponta elevação do nível do mar, erosão costeira e degradação de ecossistemas como ameaças ao país. A OFC permitiria às Kiribati disputar duas vagas nas Eliminatórias da Oceania, direto e repescagem mundial.
Proposta de filiação à OFC
Caso a filiação seja aprovada, Kiribati disputaria as Eliminatórias da OFC com sonhos de chegar à Copa do Mundo de 2030, que será realizada por Portugal, Espanha, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.
Kiribati é conhecida por ser a primeira nação a celebrar o ano novo, por estar presente em quatro hemisférios e ter o gilbertês como idioma oficial, além do inglês. Seu ponto mais alto não passa de 81 metros.
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