- A probabilidade de o Brasil vencer a Copa do Mundo de 2026 é de 9,14%, segundo a Previsão Esportiva.
- As simulações são feitas com milhares de repetições da competição, chegando a cerca de um milhão de cenários.
- Os fatores considerados incluem ranking FIFA, ranking ELO, valor de mercado, momento atual, histórico na competição e fator anfitrião.
- O top 10 das seleções concentra quase 80% das chances de título, com França e Inglaterra entre as favoritas.
- Especialistas destacam que modelos matemáticos não prevêem o futuro e que o futebol tem peso relevante do acaso, limitando a precisão das previsões.
A probabilidade de o Brasil conquistar o hexa na Copa do Mundo de 2026 foi estimada em 9,14% por um grupo de pesquisadores. A avaliação considera simulações repetidas, com milhares de confrontos simulados uma vez que a edição seja disputada. A estreia do Brasil ocorre no próximo sábado, dia 13, durante a fase de grupos.
O estudo é realizado pela Previsão Esportiva, um conjunto de pesquisadores e professores universitários das áreas de Matemática e Computação. A metodologia não trata todas as seleções como iguais, pois diferentes fatores influenciam os resultados nas simulações.
A soma de fatores que embasa as estimativas inclui ranking FIFA, ranking ELO, valor de mercado dos convocados, momento recente da equipe, histórico na Copa e o efeito de jogar em casa. O objetivo é dar uma leitura mais próxima da realidade do torneio.
Limites da metodologia
Segundo o grupo, o cálculo não transforma-se em uma previsão exata do futuro. Na prática, a probabilidade reflete a frequência de vitórias nas simulações, não um veredito definitivo. Quando todos os times fossem idênticos, a chance de cada um seria de 2%.
Foco nas favoritas
A análise aponta que o top10 concentra a maior parte da chance de título, somando quase 80% do total. Entre as favoritas, o Brasil divide espaço com seleções tradicionais fortes, como França e Inglaterra, que aparecem entre os principais concorrentes.
O papel do acaso
Especialistas destacam que o futebol envolve menos gols e maior peso do acaso em cada resultado. Por isso, mesmo com modelos avançados, a previsão não garante o desfecho. O grupo ressalta que o torneio curto aumenta a imprevisibilidade.
À medida que a competição avança, as simulações são atualizadas com os resultados já ocorridos. O objetivo é refinar as probabilidades, reconhecendo que fatores externos podem alterar o caminho até o título.
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