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Textor cobra R$ 2 bilhões de presidente e ex-presidente do Botafogo

Textor amplia ação na Flórida contra presidente e ex-presidente do Botafogo, buscando reconhecer 90% da SAF e indenização de US$ 400 milhões

JP Magalhães (dir.) também é cobrado por John Textor –
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  • John Textor, ex-dono da SAF do Botafogo, ampliou a ação na Justiça da Flórida, incluindo o presidente do clube, João Paulo Magalhães Lins, e o ex-presidente Carlos Augusto Montenegro como réus.
  • Ele pede indenização superior a US$ 400 milhões, além de danos punitivos, honorários advocatícios e custas processuais, afirmando interferência nos seus direitos econômicos e societários.
  • A demanda sustenta que a Eagle Bidco não quitou os US$ 24 milhões previstos no contrato de compra, o que impediria a transferência da SAF e manteria Textor com 90% das ações.
  • Ações apontam interferência em bastidores, incluindo encontros envolvendo GDA Luma Capital e Michele Kang, dos quais Textor afirma não ter participado.
  • Existe também uma segunda ação sobre o mesmo tema tramitando na Justiça do Rio de Janeiro.

John Textor ampliou, na Justiça da Flórida, a ofensiva contra a Eagle Bidco, adicionando o presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães Lins, e o ex-presidente Carlos Augusto Montenegro como réus. A ação foi protocolada nesta sexta-feira, 12 de junho.

O empresário busca indenização superior a US$ 400 milhões (cerca de R$ 2 bilhões), além de danos punitivos, honorários e custas. O objetivo é reconhecer Textor como dono de 90% da SAF do Botafogo e anular o acordo com Eagle Bidco.

Textor sustenta que a Eagle não quitou os US$ 24 milhões previstos no contrato assinado em novembro de 2022, o que, segundo ele, impediria a transferência societária e consolidaria sua participação. A defesa aponta ainda interferência nos seus direitos econômicos.

O processo acusa Magalhães e Montenegro de atuarem nos bastidores para afastá-lo do controle da SAF. O empresário cita reuniões envolvendo GDA Luma Capital e Michele Kang, presidente do Lyon, das quais não participou.

Paralelamente, uma segunda ação sobre o mesmo tema tramita na Justiça do Rio de Janeiro, mantendo o foco na disputa pela propriedade da SAF do Botafogo.

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