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Alisson: o que falta para ser convocado plenamente pela Seleção

Alisson, titular em terceira Copa, recebe vaias no Brasil e cobranças por resultados decisivos, apesar da consagração na Europa

Alisson, goleiro da Seleção Brasil — Foto: Sarah Stier - FIFA/FIFA via Getty Images
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  • Alisson chega à terceira Copa do Mundo como titular da seleção brasileira, aos 33 anos, sendo valorizado na Europa, porém alvo de vaias em amistoso contra o Panamá.
  • O goleiro do Liverpool é considerado um dos melhores do mundo, com título de melhor goleiro em 2019 e top-3 em 2020 e 2025, mas foi cobrado por não decidir eliminações contra Bélgica (2018) e Croácia (2022).
  • Em resposta às críticas, Alisson afirmou que não se deixa abalar e que a responsabilidade é de todo o grupo, mantendo confiança no trabalho realizado.
  • Entre Liverpool e seleção, ele teve 13 períodos de baixa por questões físicas nos últimos três anos, ficou fora de 73 jogos e, recentemente, ficou dois meses sem atuar.
  • Especialistas destacam a diferença entre atuar pelo clube e pela seleção, ressaltando que, para a seleção, o foco costuma ser em jogos de mata-mata, com histórico de atuações relevantes em pênaltis.

Aos 33 anos, Alisson chega à Copa do Mundo de 2026 como titular da seleção brasileira pela terceira vez. O goleiro, referência do Brasil desde 2015, foi vaiado no amistoso contra o Panamá, no Maracanã, gerando debate sobre a cobrança pública.

Ídolo no Liverpool e ícone no cenário europeu, Alisson acumula títulos como Liga dos Campeões e Premier League, além de luvas de ouro. Reconhecido como um dos melhores do mundo, ele encara críticas ligadas a eliminações nas Copas de 2018 e 2022.

Nos últimos anos, o camisa 1 sofreu com lesões e intervalos sem atuar. Segundo o site Transfermarkt, ele teve 13 períodos de baixa por problemas físicos, ausentando o Liverpool e a seleção em 73 jogos. A fase recente levou a avaliações sobre sua forma.

Desempenho, cobrança e contexto

A diferença entre atuar pelo clube e pela seleção é marcada. Em clube, defesas que asseguram vitórias são valorizadas, enquanto na Copa do Mundo as cobranças se concentram em mata-matas.

No histórico de pênaltis, Alisson já teve momentos decisivos pela Seleção, como em 2019, contra o Paraguai, e nas eliminatórias de 2022 e 2024, quando o Brasil teve quedas nas penalidades. A expectativa é que mantenha o nível em 2026.

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