- Carlo Ancelotti faz de 1994 uma referência para o Brasil, que busca o tetracampeonato na Copa do Mundo dos EUA, repetindo o espírito daquela geração após 24 anos sem título.
- Romário e Bebeto, hoje críticos da comparação, dizem que Vinicius Junior e Raphinha não têm o entrosamento e perfil tático da dupla de 1994.
- Bebeto relembra que, ao lado de Romário, disputaram 22 jogos na campanha de 1994, com oito gols marcando grande parte da disputa.
- Zinho aponta que, na visão de Ancelotti, a dupla ideal pode envolver Matheus Cunha com Vinicius Junior, com Raphinha recuando; o treinador já testou formação com quatro atacantes.
- A seleção entra em campo hoje, às 19h, contra Marrocos, e 15 dos 26 jogadores presentes em 2022 seguem no grupo atual.
O técnico Carlo Ancelotti busca na Copa do Mundo de 2026 um caminho similar ao da seleção brasileira em 1994, quando o Brasil sagrou-se tetracampeão. Em 2026, a equipe estreia contra Marrocos às 19h (horário de Brasília).
Ancelotti tem visto a dupla Vinicius Junior e Raphinha como referência de ataque, tentando repetir a parceria que em 1994 formou com Bebeto e Romário. Entrevistados, Romário e Bebeto ressaltam diferenças de estilo entre as duplas e lembram a importância do entrosamento dos 1994.
Romário aponta que as características da dupla atual são distintas, o que dificulta comparação direta. Bebeto, por sua vez, relembra que naquela campanha a atuação conjunta entre ele e Romário foi decisiva, com participação expressiva nos gols da equipe.
Zinho, companheiro de 1994, relatou uma conversa com Ancelotti sobre a formação ideal. Ele acredita que a combinação Matheus Cunha com Vinicius Junior pode fazer mais sentido, com Raphinha em posição mais recuada.
Além da experiência de 1994, o Brasil de Ancelotti mantém 15 dos 26 jogadores que disputaram a Copa de 2022, indicando continuidade de elenco e ajustes estratégicos para o hexacampeonato. A seleção encara o desafio de traduzir a lição histórica para o cenário atual.
A mudança tática já ocorreu: após desempenho abaixo do esperado contra a França e diante do Panamá, o treinador substituiu um atacante por Lucas Paquetá, buscando equilíbrio ofensivo e movimentação entre linhas.
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