- A estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, contra Marrocos, teve críticas centradas na ausência de Endrick, considerada por Arnaldo Ribeiro uma “aberração”.�
- O empate evidenciou dificuldades do meio-campo e gerou discussão sobre a escolha de Carlo Ancelotti, incluindo a escalação de Igor Thiago e as substituições.�
- Arnaldo elogiou a entrada de Matheus Cunha, mas questionou a saída de Endrick, dizendo não haver justificativa.�
- PVC avaliou o jogo como abaixo da crítica, destacando desequilíbrio no meio-campo e domínio marroquino nos momentos iniciais.�
- Casagrande atribuiu a responsabilidade ao treinador, afirmando que a equipe perdeu tempo com uma formação que não funcionou no primeiro tempo e sugerindo a entrada de Endrick no intervalo; Trajano e Lavieri reforçaram a ideia de que o time esteve perdido, criticando Igor Thiago.
A estreia do Brasil na Copa do Mundo 2026 terminou empatada com Marrocos, em jogo que apontou dificuldades de controle do meio-campo. A ausência de Endrick na escalação dominou o Debate do Posse de Bola, do Canal UOL, com Arnaldo Ribeiro classificando a decisão como uma aberração.
O time teve equilíbrio tático apenas em parte do confronto, mas se mostrou desequilibrado quando Carlo Ancelotti alterou a estrutura. A entrada de Matheus Cunha foi destacada como positiva, enquanto não houve justificativa percebida para a saída do atacante.
O comentarista PVC avaliou o jogo como abaixo do esperado, apontando domínio marroquino no meio e falhas de transição. Já Casagrande criticou o treinador, afirmando que a formação inicial não funcionou e sugerindo mudança no intervalo para Endrick.
José Trajano e Danilo Lavieri também cobraram escolhas da dupla técnica, destacando a expectativa elevada para a estreia e a impressão de que o Brasil ficou perdido no primeiro tempo. A insistência com Igor Thiago foi questionada pelos dois relatos vindos do estádio.
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