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Assalto a gestante na 34ª semana revela crime ligado à comemoração da Copa 1994

Assalto a mão armada, semanas antes da Copa de 1994, abalou a família de Bebeto durante a gravidez de 34 semanas de Matheus e expôs temor de tragédia

Assaltada na 34ª semana de gravidez e jogada de barriga no chão: o crime por trás da comemoração inesquecível do melhor jogo da Copa de 1994.
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  • Em 12 de junho de 1994, Denise Gama de Oliveira, grávida de cerca de 34 semanas, saiu para buscar os filhos no Rio de Janeiro, acompanhada pelo irmão de Bebeto e pela esposa dele.
  • Foi rendida em um semáforo por três homens armados; criminosos levaram o carro recém-comprado, documentos, telefone e cartões.
  • O episódio ocorreu dias antes da estreia do Brasil na Copa dos Estados Unidos, quando Bebeto estava concentrado para a competição.
  • A comemoração do gesto “embala neném”, feito por Bebeto na vida real, nasceu da alegria pela chegada de Matheus, terceiro filho do atacante.
  • Por trás da imagem famosa, há uma história de medo e emoção vivida pela família, associada ao assalto e à gravidez de risco.

O episódio envolvendo Bebeto vai além da comemoração eternizada durante a Copa do Mundo de 1994. O gesto de embalar um suposto bebê, feito na torcida pela seleção brasileira, ganhou significado adicional quando se revela o contexto vivido pela família do jogador na véspera do torneio.

No dia 12 de junho de 1994, Dia dos Namorados, Denise Gama de Oliveira, esposa de Bebeto, saiu de casa para buscar os dois filhos mais velhos na casa da mãe, no Rio de Janeiro. Estava grávida de aproximadamente 34 semanas de Matheus, o terceiro filho do atacante. Acompanhavam-na Wilson, irmão do jogador, e a esposa dele.

Segundo reportagem da Folha de S.Paulo na época, o grupo foi rendido por três homens armados com metralhadora e revólveres em um semáforo. Os criminosos levaram o carro recém-comprado, documentos, telefone, cartões e outros pertences. O susto gerou medo na família antes do início da Copa.

A história completa revela que, semanas antes da comemoração no Cotton Bowl, Bebeto e sua família passaram por uma experiência de violência doméstica que mexeu com a vida pessoal do atacante. O retrato dessa fase tensionada contrasta com a imagem pública do jogador, famoso pela celebração de embalar o bebê ao marcar gols.

No retorno aos treinos e à preparação para a Copa, a família buscou apoio para superar o trauma vivido no Rio de Janeiro. A participação de Bebeto no torneio ficou marcada por gols importantes e pela mística do gesto, que passou a simbolizar alegria, fé e superação diante das adversidades.

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