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Brasil disputa primeira Copa com estrangeiro; técnicos da seleção em Mundiais

Brasil disputa a primeira Copa do Mundo sob treinador estrangeiro, Carlo Ancelotti, com contrato até 2030, destacando a raridade de comandantes de fora na história.

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  • O Brasil encara o Marrocos às 19h (horário de Brasília) deste sábado, pela primeira vez numa Copa do Mundo sob comando de um treinador estrangeiro, Carlo Ancelotti.
  • Ancelotti renovou o contrato até o ciclo da Copa de 2030 e tem a meta de devolver o título mundial à seleção, que não celebra desde 2002.
  • Ele é o 16º treinador estrangeiro a comandar o futebol brasileiro; até agora, apenas três nomes de fora do país tiveram o cargo, sem atuar em Copas: Ramón Platero, Joreca e Filpo Núñez.
  • A matéria relembra históricos técnicos estrangeiros que já passaram pela seleção, destacando que poucos chegaram a disputar Copas com o Brasil.
  • O texto também menciona grandes treinadores brasileiros que comandaram a seleção nas Copas, como Feola, Zagallo, Telê Santana, Parreira, Felipão e Tite.

Ao Brasil chega pela primeira vez a Copa do Mundo com um treinador estrangeiro. Nesta edição, Carlo Ancelotti, contrato renovado até 2030, comanda a seleção em busca de um título após 24 anos. O jogo de estreia é contra Marrocos, às 19h (horário de Brasília).

Ancelotti entra para a lista de 16 treinadores estrangeiros que já dirigiram o time em Mundiais. Antes dele, nomes como Ramón Platero, Joreca e Filpo Núñez ocuparam cargos de fora do Brasil, sem, porém, conduzir a equipe na principal competição.

O histórico mostra que, ao longo das Copas, técnicos estrangeiros influenciaram fases decisivas para a seleção. Em 1938, Adhemar Pimenta montou um ataque com Leônidas da Silva e ajudou o Brasil a ficar em terceiro lugar.

Histórico de técnicos estrangeiros

Zezé Moreira, em 1954, buscou reconstruir a confiança após 1950, levando o Brasil a quartas de final. Em 1958, Vicente Feola ganhou o primeiro título mundial, lançando Garrincha e Pelé. Feola soma 66 jogos pela seleção.

Aymoré Moreira conduziu a equipe em 1962, na Inglaterra, enfrentando críticas e críticas à imprensa após a eliminação precoce. Em 1970 e 1974, Zagallo esteve presente em quatro das cinco taças mundiais, atuando como jogador, treinador e membro da comissão.

Cláudio Coutinho, em 1978, trouxe renovação física e tática, terminando em terceiro após campanha invicta. Telê Santana comandou as Copas de 1982 e 1986, com futebol ofensivo, mas eliminações em ambas as ocasiões.

Sebastião Lazaroni assumiu em 1990, levando o Brasil ao tetracampeonato com Bebeto e Romário, em meio a críticas de curto tempo no cargo. Em 1998, Zagallo voltou como treinador, mas o título ficou com o Brasil em 1998 sob Felipão, na Copa de 2002.

Carlos Alberto Parreira comandou a equipe em 2006, com desempenho sólido, mas eliminado nas quartas pela Holanda. Em 2014, Felipão retornou e ficou marcado pelo 7 a 1. Tite, em 2018 e 2022, manteve o time entre os favoritos, mas não levou o título.

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