- Brasil empatou com Marrocos na estreia, segundo jogo do grupo ainda sem definição de classificação.
- Walter Casagrande Jr. atribui a responsabilidade ao treinador Carlo Ancelotti e critica a escalação inicial e as substituições.
- O comentarista também aponta atraso para mexer no time no intervalo e defende mudanças mais rápidas e ofensivas, incluindo Endrick.
- Casagrande cita a permanência de Raphinha no jogo como um dos pontos baixos, com pouca participação pelo lado direito.
- Arnaldo Ribeiro destacou surpresa com a escalação, especialmente a não entrada de Endrick entre os cinco, enquanto PVC considerou o jogo abaixo da crítica, destacando deficiência no meio-campo.
O empate do Brasil com o Marrocos na estreia da Copa foi alvo de críticas no programa Posse de Bola, do Canal UOL, com Walter Casagrande Jr. apontando que a responsabilidade recai sobre o técnico Carlo Ancelotti.
Casagrande ressaltou a escalação inicial e as substituições, destacando ainda a decisão de não colocar Endrick em campo, que teria pesado mais do que a escolha de Igor Thiago como centroavante.
Reações ao elenco titular
Arnaldo Ribeiro também criticou a escalação, destacando a ausência de Endrick como ponto central ao final da partida. PVC avaliou que o Brasil teve momentos de alternância, masMENU registrou o desempenho fraco no meio-campo.
Casagrande afirmou que o segundo tempo teve pouca intensidade e atribuiu a demora para mexer e escolhas ruins a Ancelotti. O comentarista questionou por que Endrick permaneceu no banco.
Raphinha foi apontado como símbolo da atuação abaixo do esperado, com pouca participação ofensiva pelo lado direito e queda de rendimento quando recuou para a função central.
PVC destacou que o jogo foi ruim, com o meio-campo desequilibrado e Paquetá começando mal os 15 minutos iniciais. Casagrande manteve o tema, cobrando coragem para incluir Endrick entre os titulares.
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