- Pela primeira vez desde 1982, todos os camisas 10 das seleções sul-americanas na Copa do Mundo atuam em clubes do continente americano.
- São seis países da América do Sul que disputam o torneio: Brasil, Argentina, Colômbia, Equador, Paraguai e Uruguai.
- Neymar, do Santos, veste a camisa 10 do Brasil; Messi, do Inter Miami, para a Argentina; James Rodríguez, do Minnesota United, para a Colômbia; Giorgian De Arrascaeta, do Flamengo, para o Uruguai; Miguel Almirón, do Atlanta United, para o Paraguai; Kendry Páez, do River Plate, para o Equador.
- A mudança marca um contraste com décadas anteriores, quando muitos camisas 10 sul-americanos atuavam na Europa.
- O estudo que aponta o cenário é do 365Scores.
A Copa do Mundo de 2026 trouxe um marco para o futebol sul-americano. Segundo levantamento do 365Scores, pela primeira vez em 44 anos, todos os camisas 10 das seleções da Conmebol atuam em clubes do continente americano. Não há representante jogando na Europa.
Ao todo, seis países sul-americanos integram o torneio: Brasil, Argentina, Colômbia, Equador, Paraguai e Uruguai. Os favoritos a vestir a camisa 10 representam mudanças já perceptíveis em relação às últimas décadas.
Neymar comanda o Brasil no Santos; Messi atua pela Argentina no Inter Miami; James Rodríguez defende a Colômbia no Minnesota United; Giorgian De Arrascaeta representa o Uruguai no Flamengo; Miguel Almirón joga pelo Paraguai no Atlanta United; Kendry Páez veste a camisa equatoriana no River Plate.
Essa configuração não era vista desde a Copa de 1982, na Espanha. Naquele Mundial, Zico era do Flamengo, Maradona ainda jogava no Boca Juniors, Mario Soto atuava no Cobreloa e Teófilo Cubillas defendia o Fort Lauderdale Strikers.
A tendência de selecionar jogadores em clubes europeus dominou grande parte das últimas edições. Mesmo em casos pontuais, Brasil e Argentina mantinham seus principais atletas vinculados a equipes europeias, variando conforme a temporada.
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