- Na Copa do Mundo de 2026, haverá pausa para hidratação aos 22 minutos de cada tempo, por três minutos, para que jogadores bebam água.
- A regra, chamada de cooling break, é obrigatória em todos os jogos e pode ocorrer no primeiro e no segundo tempo.
- Jogos no Canadá, Estados Unidos e México podem ocorrer em estádios climatizados com ar-condicionado e tetos retráteis, principalmente nos horários de pico de calor.
- Protocolos adicionais são acionados quando a temperatura envolve o índice WBGT acima de 32°C, visando reduzir o estresse térmico.
- Estudos e especialistas indicam riscos como cãibras, fadiga, queda de concentração e maior chance de lesões; medidas complementares incluem aclimatação, ajustes de horários e mais infraestrutura de resfriamento.
Nesta edição da Copa do Mundo da FIFA 2026, jogos serão pausados aos 22 minutos para hidratação. Em campo, árbitro interrompe o jogo por 3 minutos para que jogadores bebam água. A medida busca reduzir o estresse térmico em meio ao calor. O objetivo é preservar a saúde dos atletas.
Os encontros ocorrem nos Estados Unidos, Canadá e México, no início do verão no hemisfério Norte. Além da pausa, partidas poderão ser transferidas para horários mais frescos e disputadas em estádios climatizados com ar-condicionado e tetos retráteis, conforme necessário.
Medidas adotadas
Caso as temperaturas excedam 32°C, entram em vigor protocolos adicionais baseados no índice WBGT, que mede o estresse térmico durante o esforço. Bancos climatizados e áreas sombreadas passaram a fazer parte do entorno dos jogos e do público.
Os estádios em Dallas e Houston ganham destaque por tetos retráteis e sistemas de ar-condicionado, visando mitigar o calor extremo. Técnicas adicionais incluem towels com gelo, estações de nebulização e zonas de sombra para reservas.
Impacto e estudos
Pesquisas recentes indicam risco elevado de estresse térmico nas cidades-sede, reforçando a necessidade das pausas para hidratação. Em 2024, estudo na Scientific Reports apontou que várias cidades apresentam condições que dificultam a regulação da temperatura corporal.
Especialistas destacam que a hidratação isolada não basta; é crucial combinar aclimatação, ajustes de horários e resposta médica rápida. Entre os fatores de risco estão cólicas, fadiga, lesões musculares e desidratação grave.
Entre na conversa da comunidade