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Copa do Mundo: decisões em milissegundos mudaram ao longo dos anos

Da transmissão por satélite à cobertura multiplataforma de alto desempenho, 5G e fibra elevam a experiência em tempo real da Copa de 2026

CBF e Nike lançam oficialmente o uniforme 1 do Brasil para a Copa do Mundo de 2026
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  • A cobertura da Copa hoje usa fibra óptica e redes 5G para oferecer alta definição, baixa latência e acesso simultâneo a várias telas, com velocidades entre 300 Mbps e 500 Mbps, podendo chegar a 1 Gbps em alguns locais.
  • O 5G chegou ao Brasil em 2022, com velocidades médias superiores a 200 Mbps, cerca de 10 vezes mais rápidas que o 4G.
  • Em 1970, a Copa do Mundo foi a primeira transmissão ao vivo para o Brasil via satélite, diferente das transmissões atuais que usam múltiplas plataformas e internet.
  • No Brasil, a velocidade média de conexão é de cerca de 221 Mbps, segundo a Ookla, colocando o país entre os líderes da América Latina e reforçando a experiência multiplataforma.
  • A CNN Brasil amplia a cobertura da Copa do Mundo de 2026 de forma multiplataforma, com conteúdo exclusivo, lives no YouTube e simuladores de resultados e convocação para o público.

Em meio à era da IA e da internet 5G, a cobertura da Copa do Mundo se conecta a múltiplas plataformas. A experiência do torcedor evoluiu de transmissões apenas pela TV para uma jornada integrada entre telas, dados e streaming.

Hoje, a velocidade é o destaque. O 5G chegou ao Brasil em 2022, elevando velocidades médias acima de 200 Mbps, dezenas de vezes superiores à discada. Em comparação, o 4G fica bem atrás em desempenho e capacidade.

Há quase duas décadas, o Brasil vivenciou a transição de uma internet lenta para conexões mais rápidas. Em 2002, a Seleção venceu a Alemanha e conquistou o pentacampeonato; as redes discadas davam lugar a ADSL, com velocidades até 10 Mbps.

Naquela época, o YouTube ainda não existia e as interações online eram restritas a bate-papos, e-mails e ICQ. Os jogos eram acompanhados principalmente pela TV, pelo rádio e por portais de notícias com atualizações em tempo real.

Transformação tecnológica na transmissão

A Copa de 1970, no México, foi um marco pela transmissão ao vivo via satélite, abrindo caminho para o radiojornalismo. Narradores destacam as dificuldades de então, com limitações de retorno de sinal e equipes mínimas.

Especialistas destacam que a internet ampliou a cobertura. Hoje, quem transmite do estádio pode usar vários canais de áudio e vídeo, com maior variedade de emissoras e plataformas disponíveis. O torcedor assiste em dispositivos diversos.

Entre profissionais, Edemar Annuseck relembra as limitações da época, enquanto Luiz Fernando Magliocca aponta como a internet mudou o consumo: mais telas, mais emissoras e transmissão acessível por celular.

Cobertura atual e velocidade de conexão

Hoje, a combinação de fibra óptica e redes 5G permite alta definição com baixa latência, além de acesso simultâneo a várias telas. Velocidades de navegação variam entre 300 Mbps e 1 Gbps em algumas localidades.

No país, a média de velocidade é de 221 Mbps, conforme relatório recente de uma consultoria. O Brasil figura entre os destaques da América Latina, ainda distante dos líderes globais, mas com cobertura multiplataforma para a Copa.

Cobertura corporativa e interação digital

A CNN Brasil passa a cobrir a Copa do Mundo de forma multiplataforma, acompanhando a seleção e os destaques com programação fixa em telejornais e conteúdos digitais.

No âmbito digital, há lives diárias de até duas horas no YouTube e novidades no site, incluindo simuladores de resultados e de convocação para o Mundial. As ferramentas permitem que torcedores projete o chaveamento e escolhas de time.

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