- A Copa do Mundo de 2026 terá quarenta e oito seleções e já começou.
- A previsão é de que a Copa substitua a mania de colecionar figurinhas da Panini.
- Observa-se encontro de pessoas para trocar figurinhas; o grupo é composto principalmente por homens adultos.
- A Panini não produziu figurinhas em quantidade suficiente, gerando racionamento de envelopes e mercado paralelo.
- Colecionadores trocam itens raros na busca pelo álbum completo, incluindo a figurinha de Sherzod Nasrullaev, lateral-esquerdo da seleção do Uzbequistão.
A Copa do Mundo começou e já mobiliza o público em todo o mundo. Com 48 seleções, o torneio promete jogos atraentes e grande divulgação mundial. A cobertura destaca a fase inicial e as perspectivas para as próximas partidas.
Segundo relatos, a febre do Mundial acabou assumindo o lugar da antiga obsessão pelas figurinhas da Copa. A maioria dos colecionadores, conforme apurado, são homens adultos, vinculados ao hobby há anos.
A indústria de figurinhas enfrentou dificuldades para atender à demanda, levando a racionamento em pontos de venda. Em função disso, cresceu o mercado paralelo, com trocas informais entre colecionadores.
Mercado de figurinhas e trocas
Parcerias entre fãs aparecem em conversas informais para negociar itens raros. Em estabelecimentos, algumas figurinhas se tornaram itens difíceis de encontrar, aumentando a procura por alternativas de compra.
Perfil dos colecionadores
Observa-se uma rede de interação entre fãs que mantêm relatos de trocas envolvendo jogadores e selos de equipes. O objetivo comum é completar o álbum, considerado parte da experiência do Mundial.
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