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Craques da seleção que migraram do campo para a política

Da fama ao voto: ex-jogadores da seleção concorrem a cargos municipais, estaduais e federal

Bebeto (à esq.), Romário (centro) e Darnlei (à direita) são alguns dos nomes da Seleção que entraram na política
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  • Romário: deputado federal em 2010, senador em 2014 e 2022; mandato atual até 2031 pelo PL (Partido Liberal).
  • Bebeto: deputado federal pelo PP (Partido Progressistas); previamente vereador em São João de Meriti entre 2000 e 2020.
  • Danrlei: deputado federal pelo PSD (Partido Social Democrático) do Rio Grande do Sul; já foi secretário estadual de Esporte e Lazer em 2021; medalha de bronze olímpica de 1996 com a Seleção.
  • Túlio Maravilha: vereador em Goiânia em 2008; tentou deputado estadual em 2010, não foi eleito; retornou ao esporte em 2011.
  • Marcelinho Carioca: suplente de deputado federal em 2010, tomou posse em 2015; chegou a chefiar a Secretaria de Esportes de Itaquaquecetuba em 2020.

Do campo à urna: craques da Seleção que migraram para a política, destacando trajetórias públicas após pendurar as chuteiras. O tema reúne nomes históricos que buscaram cargos no Executivo e Legislativo, em diferentes níveis de governo.

Entre os casos de sucesso, Romário destacou-se como deputado federal eleito em 2010 e senador em 2014 e 2022, com mandato até 2031 pelo PL. Bebeto, hoje deputado federal pelo PP, já foi vereador em São João de Meriti e integrou a seleção tetracampeã de 1994.

Danrlei acumula mandato de deputado federal pelo PSD do Rio Grande do Sul, em seu quarto mandato, além de ter atuado como secretário de Esporte e Lazer em 2021. O ex-goleiro integrou a equipe olímpiana brasileira de 1996 que conquistou bronze.

Túlio Maravilha tornou-se vereador em Goiânia, em 2008, tentou em 2010 chegar a deputado estadual, e recuou em 2011 para retornar ao esporte. Marcelinho Carioca foi suplente de deputado em 2010 e assumiu em 2015, chegando à Secretaria de Esportes de Itaquaquecetuba em 2020.

Nem todos obtiveram êxito. Luizão, reserva na fase final de 2002, tentou deputado federal em 2018 e não venceu. Zé Carlos, ex-lateral que substituiu Cafu em 1998, falhou na disputa por deputado estadual em São Paulo.

Pré-candidatos neste ano incluem Luis Fabiano, ex-centroavante do São Paulo, que anunciou pré-candidatura a deputado federal pelo MDB, com passagens por Copas América e Confederações. Edmundo, apelidado de Animal, lançou pré-candidatura pelo PSDB no Rio de Janeiro, com títulos de Copa América e Copa das Confederações.

As trajetórias mostram que fama esportiva não garante vantagem eleitoral automática. Fatores como base geográfica, redes de apoio local e percepção de capacidade de governar influenciam o resultado das urnas.

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