- Série Vai, Brasil, dirigida por Bruno Maia, está disponível no Globoplay e acompanha a Seleção Brasileira desde a chegada de Carlo Ancelotti ao Brasil, em maio de 2025.
- A ideia surgiu durante o ciclo para a Copa do Mundo de 2022 e foi aceitada após negociações com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), com suporte de Samir Xaud.
- A produção manteve contato próximo, porém sem acesso total, para evitar exageros e manter a narrativa dentro de limites segura e respeitosa.
- Os produtores fortaleceram uma relação profissional com jogadores, buscando não interferir no andamento dos treinos ou no desempenho da equipe.
- Trechos de treinamentos e cobranças de pênaltis foram ajustados na edição para evitar exposição excessiva, priorizando a narrativa sem revelar momentos-chave.
O documentário vai além do placar. A série Vai, Brasil acompanha a Seleção desde a chegada de Carlo Ancelotti ao Brasil, em maio de 2025, mostrando bastidores e rotinas da equipe. A produção integra o catálogo do Globoplay e já é uma das atrações da atual temporada.
Dirigida por Bruno Maia, a série teve início de gravações após anos de negociação com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A ideia surgiu ainda para o ciclo de 2022, no Catar, mas só ganhou viabilidade para o ciclo seguinte, quando houve acordo com Samir Xaud.
Acesso, ética e relação com os atletas
Com o aceite da CBF, a equipe de produção definiu limites de acesso para evitar excessos. O objetivo é narrar histórias dentro de uma ideia maior, sem interferir no andamento das partidas.
A relação construída entre a equipe e os jogadores foi pautada pela distância ética. Mesmo com presença próxima, as imagens não devem atrapalhar a prática ou expor momentos decisivos de treinamentos.
Treinamentos e conteúdo protegido
Um desafio foi não expor momentos-chave dos treinamentos. Em uma cena de bolas paradas, a CBF pediu discrição sobre o que seria mostrado. A equipe abriu espaço para explicar a preparação, sem revelar jogadas sensíveis da Copa.
Outra tarefa envolveu as cobranças de pênaltis. Houve necessidade de reeditar cenas para evitar mostrar trajetos de bola finalizados, mantendo o foco na batida de cada jogador sem indicar o destino da cobrança.
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