- Brasil ficou no empate em um a um com Marrocos na estreia da Copa do Mundo, com gol de Vinícius Júnior.
- No primeiro tempo, os marroquinos foram superiores, e o Brasil teve falhas defensivas e espaço entre as linhas, com Casemiro sobrecarregado.
- Após o intervalo, o treinador italiano mudou para um esquema 4-3-3, movendo Raphinha para o direito e Paquetá como segundo jogador de meio, buscando equilíbrio.
- Fabinho ganhou consistência no meio-campo; entradas de Matheus Cunha e Luiz Henrique surtiram efeito apenas parcialmente, e Paquetá saiu enfraquecido no processo.
- O empate foi visto como aceitável por ambos os lados, dando tempo para Ancelotti ajustar a equipe e reduzir as arestas do time.
O empate entre Brasil e Marrocos, pela estreia do Mundial, reforçou que a seleção ainda tem arestas a aparar e precisa de tempo para amadurecer o estilo de Carlo Ancelotti. O 1 a 1 manteve vivo o prognóstico de avanços ao longo do torneio.
O início foi de domínio marroquino, com o Brasil exposto defensivamente e Casemiro sendo chamado a cobrir muito espaço. O gol de Saibari expôs falhas de marcação e de posicionamento, enquanto Paquetá e Raphinha não encontraram encaixe pelo flanco.
Marrocos, o peso do começo
O mapa tático mostrou Saibari como falso 9 e Brahim Díaz chegando pela direita para o centro, cercando Bouaddi e Ounahi. O Brasil teve dificuldades de aproximação, com Ibañez deixando o corredor aberto e Igor Thiago contribuindo pouco com a bola.
Ajustes no intervalo
Após o intervalo, Vinícius Júnior alimentou o tom do duelo ao marcar o gol que abriu espaço para mudanças táticas. Raphinha passou para o lado direito; Paquetá passou a agir mais como criador de jogo, abrindo espaço para o ataque brasileiro.
Segund tempo e novidades
Fabinho garantiu mais consistência no meio. Entradas de Cunha e Luiz Henrique tiveram efeito parcial, com Luiz Henrique atuando próximo de Vinícius no ataque, e Raphinha buscando espaço entre linhas. Mesmo assim, o volume ofensivo caiu em determinados momentos.
Conclusão provisória
A etapa final teve menos risco, com o calor pesando. O placar manteve-se em 1 a 1, refletindo uma partida equilibrada, em que o Brasil mostrou avanços, mas ainda precisa ajustar a transição e a construção de jogo para realmente impor seu ritmo.
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