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Estreias da Seleção Brasileira: lembradas e apagadas

Entre 1958 e 2022, as estreias da seleção brasileira em Copas mostraram maioria de vitórias; empates não impediram avanços em várias edições, conforme FIFA

Richarlison comemora seu segundo gol na vitória do Brasil sobre a Sérvia na estreia da Copa do Mundo de 2022.
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  • Aberturas da Seleção nas Copas desde 1958 foram, em sua maioria, vitoriosas: 1958 (Brasil 3-0 Áustria), 1962 (Brasil 2-0 México), 1966 (Brasil 2-0 Bulgária) e 1970 (Brasil 4-1 Tchecoslováquia).
  • Em 1974 ficou 0-0 com a Iugoslávia; em 1978 houve empate por 1-1 com a Suécia (gol de Reinaldo).
  • 1982 (Brasil 2-1 União Soviética) e 1986 (Brasil 1-0 Espanha) marcaram estreias com vitória; 1990 também começou com vitória, 2-1 sobre a Suécia (Careca marcou duas vezes).
  • 1994 (Brasil 2-0 Rússia), 1998 (Brasil 2-1 Escócia) e 2002 (Brasil 2-1 Turquia) mantiveram a tendência de resultados positivos em estreias.
  • Em 2014 (Brasil 3-1 Croácia), 2018 (Brasil 1-1 Suíça) e 2022 (Brasil 2-0 Sérvia), as estreias recentes mostraram equilíbrio ou vitórias, com o Brasil mantendo recordes de desempenho.

O texto reúne as estreias da Seleção Brasileira em Copas do Mundo, a partir de 1958, com placares, adversários e autores dos gols. A retrospectiva registra cada jogo de início de participação brasileira, destacando a trajetória da equipe ao longo dos Mundiais.

Dados oficiais da FIFA embasam as informações. Em 1958, Suécia, Brasil 3-0 Áustria, gols de Mazzola (2) e Nílton Santos. Em 1962, Chile, Brasil 2-0 México, gols de Pelé e Zagallo. Em 1966, Inglaterra, Brasil 2-0 Bulgária, gols de Pelé e Garrincha. Em 1970, México, Brasil 4-1 Tchecoslováquia, gols de Rivelino, Pelé e Jairzinho (2).

Em 1974, Alemanha Ocidental, Brasil 0-0 Iugoslávia. Em 1978, Argentina, Brasil 1-1 Suécia, gol de Reinaldo. Em 1982, Espanha, Brasil 2-1 União Soviética, gols de Sócrates e Éder. Em 1986, México, Brasil 1-0 Espanha, gol de Sócrates. Em 1990, Itália, Brasil 2-1 Suécia, dois gols de Careca.

Em 1994, EUA, Brasil 2-0 Rússia, gols de Romário e Raí. Em 1998, França, Brasil 2-1 Escócia, gols de César Sampaio e gol contra de Boyd. Em 2002, Coreia do Sul/Japão, Brasil 2-1 Turquia, gols de Ronaldo e Rivaldo. Em 2006, Alemanha, Brasil 1-0 Croácia, gol de Kaká. Em 2010, África do Sul, Brasil 2-1 Coreia do Norte, gols de Maicon e Elano.

Em 2014, Brasil, Brasil 3-1 Croácia, gols de Neymar (2) e Oscar. Em 2018, Rússia, Brasil 1-1 Suíça, gol de Philippe Coutinho. Em 2022, Qatar, Brasil 2-0 Sérvia, dois gols de Richarlison. A maioria das estreias foi vitoriosa, com avanços consistentes em grupos, mesmo em empates.

Pesquisa de fontes oficiais da FIFA sustenta a seleção de dados apresentada. O registro revela um histórico de domínio brasileiro nas estreias, com destaque para vitórias significativas ao longo das edições. O conjunto de partidas também evidencia momentos de empate que não impediram a continuidade na competição.

Memória do narrador

A narrativa inclui lembranças pessoais sobre as estreias observadas desde a infância. Em 1958, o gol de Nílton Santos, marcado de lateral, ficou marcado ao ouvir o rádio com o pai. Vicente Feola, técnico, seria visto pela reação ao avanço do jogador.

Em 1962, comenta-se que a equipe não jogou em alto nível, mas venceu o México. Em 1966, o retorno de Pelé e Mané foi o ápice de uma sequência histórica. Em 1970, a virada sobre a Tchecoslováquia é destacada, com Rivellino abrindo caminho para Pelé em cobrança de falta.

Entre 1974 e 1978, há memória de controvérsias e momentos decisivos, como gols anotados por Zico em 1978 e a anulação de jogo. Em 1982, a estreia em campo é lembrada como desafiadora, com virada brasileira após pênaltis não marcados contra a União Soviética.

A memória segue com 1986, 1990 e 1994, 1998, lembrando do frio em Joanesburgo em 2010 e do nervosismo em momentos de pênaltis. Em 2014, o episódio envolvendo o pênalti e vaias é citado, assim como o gol de Richarlison em 2022.

A sequência retrata que a memória de estreias muda com o tempo; fatos recentes, por vezes, parecem mais tênues que os antigos. O texto reconstitui as estreias com foco em dados e datas, sem juízos de valor.

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