- A FIFA aplicou a política de “estádio limpo”, obrigando que nomes de estádios usados na Copa de 2026 nos EUA não exalem marcas não patrocinadoras oficiais.
- Estádios com naming rights, como SoFi Stadium, foram renomeados temporariamente para descrições genéricas (Estádio de Nova York e Nova Jersey; Estádio de Houston) durante o torneio.
- Empresas que assinaram direitos de naming rights, como SoFi, MetLife e NRG, investiram milhões para manter visibilidade, mas viram seus nomes ocultados durante os jogos.
- Nem todos os locais conseguiram cumprir as regras integralmente; o Mercedes-Benz Stadium não conseguiu ocultar o logotipo da montadora, e Vancouver BC Place ficou fora da regra.
- O SoFi Stadium precisará remover novamente a marca em 2028, devido aos Jogos Olímpicos de Los Angeles, que incluirão a cerimônia de abertura.
Durante a estreia da Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos, fãs podem ter notado que alguns estádios aparecem com nomes genéricos. A FIFA aplicou a chamada política de estádio limpo, que impede a exibição de marcas externas aos patrocinadores oficiais durante as partidas. O episódio envolveu grandes contratos de naming rights firmados por empresas como SoFi, MetLife e NRG.
Os locais da competição usados já estavam em uso por equipes da NFL e de outras ligas, o que levou a renomeações temporárias para o torneio. Assim, arenas conhecidas como SoFi Stadium em Los Angeles, Estádio de Nova York e Nova Jersey e Estádio de Houston passaram a ser apresentados apenas pelo nome genérico durante as partidas.
Mudança de nomes para a Copa
Essa prática foi adotada para evitar visibilidade de marcas não credenciadas pela organização. A exigência afetou principalmente estádios que assinaram contratos multibilionários por direitos de naming. Em alguns casos, as estruturas permaneceram com logotipos visíveis por limitações técnicas. A medida visa manter a neutralidade da transmissão.
Impactos e julgamentos sobre os logotipos
Analistas apontam que, como as partidas ocorrem em estádios já existentes, as alterações temporárias chamam atenção de torcedores e sponsors. Em comarcas como Seattle, a empresa de telecomunicações Lumen tratou o tema de forma bem-humorada em vídeos promocionais, destacando a busca por fontes de marca não visíveis no estádio.
Apesar de boa parte dos estádios aceitar as regras, nem todos conseguiram ocultar completamente as marcas. Em Atlanta, o Mercedes-Benz Stadium não ocultou o logotipo da montadora na cobertura, o que levou a autorização da FIFA para manter a marca exposta por questões estruturais.
A FIFA informou que mantém diálogo com autoridades locais para aplicar as diretrizes de proteção de marca, levando em conta a infraestrutura de cada instalação. No entanto, alguns estádios enfrentam limitações técnicas para cumprir o protocolo de forma integral.
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