- Scott Goodwin, cofundador da Diameter Capital, ajudou a financiar a contratação do técnico Mauricio Pochettino para a seleção masculina dos EUA, ao lado do bilionário Ken Griffin.
- A medida veio após a participação ruim na Copa América e a demissão de Gregg Berhalter, com Pochettino contratado em 2024.
- O acordo cobriu salários e comissões, com um custo total estimado em cerca de US$ 20 milhões; o valor exato não foi divulgado.
- Griffin participou como financiador adicional; a filantropia de grandes empresários tem ganhado espaço no futebol americano, incluindo investimentos em infraestrutura e desenvolvimento.
- A nomeação de Pochettino ocorreu em setembro de 2024, com a meta de chegar às oitavas de final na Copa do Mundo de 2026; Goodwin acompanhará as partidas para acompanhar o investimento.
O caso mostra como financiamento privado está influenciando a gestão da seleção masculina dos EUA. Scott Goodwin, cofundador da Diameter Capital, ajudou a custear a contratação do técnico Mauricio Pochettino, ao lado do bilionário Ken Griffin. Tudo ocorreu em 2024, nos EUA, com a federação buscando transformar o desempenho da equipe para a Copa do Mundo de 2026.
Goodwin descreveu, em mensagens antigas, a intenção de ajudar caso fosse necessário pagar por um treinador mais qualificado. A parceria com Griffin passou a viabilizar a negociação, já que os EUA não contam com verba pública para o futebol. O clima era de queda de desempenho recente na Copa América.
Em julho de 2024, Gregg Berhalter foi demitido e rumores apontaram para o interesse em Klopp. A federação recebeu apoio de Goodwin e Griffin para avançar com opções de técnico, incluindo Pochettino. A doação necessária foi discutida com o CEO JT Batson, que manteve o valor confidencial.
Montante e impactos
A negociação com Pochettino resultou, em setembro, na nomeação do técnico argentino. O contrato teve duração de dois anos, com custos totais estimados em cerca de US$ 20 milhões, incluindo salários, comissão e multa rescisória de Berhalter. A federação não comentou os números.
Griffin, presidente da Citadel, já tinha atuado em doações anteriores para o desenvolvimento do futebol. Goodwin afirmou que o apoio financeiro podia ser visto como um esforço patriótico para elevar o nível da seleção. A parceria contou ainda com outros parceiros comerciais.
A filantropia não se limita aos homens envolvidos. Michele Kang, por exemplo, anunciou doação superior a US$ 50 milhões para as seleções femininas, e Arthur Blank investiu na construção do centro nacional de treinamento. A captação total da federação deve ultrapassar US$ 70 milhões por ano em breve.
A cena aponta para uma tendência: a consolidação de financiamento privado como parte da gestão do futebol nos EUA, com doadores ricos buscando ampliar o alcance do esporte entre o público. O desempenho da seleção na Copa do Mundo de 2026 será o termômetro final.
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