- Internacional continua sem patrocinador máster cinco meses após a rescisão com a Alfa Bet, apesar de sondagens e conversas com várias empresas.
- A diretoria não aceita propostas abaixo do patamar financeiro desejado, buscando fechar apenas acordo considerado estratégico.
- Em 2025, o clube teve receita de R$ 245 milhões com patrocínios e propriedades, e contratos já firmados garantem R$ 261 milhões para o exercício atual.
- O último acordo máster previa R$ 50 milhões por ano, pagos em parcelas de cerca de R$ 4,16 milhões mensais.
- O clube mantém negociações com empresas de diferentes segmentos, levando em conta o momento do mercado de publicidade esportiva e o impacto das mudanças regulatórias envolvendo apostas.
Cinco meses após a rescisão do contrato com a Alfa Bet, o Internacional segue sem patrocinador máster no espaço principal da camisa. O clube afirma que nenhuma proposta recebida até agora atingiu o patamar financeiro desejado pela diretoria.
A direção mantém a estratégia de não fechar negócio apenas para preencher lacuna. O objetivo é encontrar uma oferta realmente estratégica, mesmo com o tempo de espera e o interesse de diferentes empresas.
O presidente Alessandro Barcellos assegura que o departamento de marketing trabalha intensamente na busca por oportunidades. Ele ressalta que a valorização da marca exige respeito nas negociações e avaliação cuidadosa de cada proposta.
Mesmo sem patrocínio máster, o clube aponta aumento de receitas comerciais nos últimos meses. Em 2025, o Inter registrou ganhos de R$ 245 milhões com patrocínios e propriedades, com R$ 261 milhões já assegurados para o exercício atual.
O cenário do mercado publicitário esportivo influencia o processo. Empresas avaliam os impactos de mudanças regulatórias no setor de apostas, o que afeta os investimentos no futebol brasileiro.
Nos bastidores, o Inter mantém diálogo com empresas de diferentes setores. Contudo, a gestão evita acelerar tratativas sem garantia de contrato alinhado aos objetivos institucionais.
O último acordo máster previa cerca de R$ 50 milhões por ano, pagos em parcelas de cerca de R$ 4,16 milhões. Enquanto busca novo parceiro, o clube ampliou a receita com marcas como Cigame e KNN.
A expectativa é anunciar o novo patrocínio apenas quando os números estiverem compatíveis com as metas da diretoria, mantendo a estratégia de paciência e rigor financeiro.
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