- O jogo de estreia do Grupo C da Copa do Mundo de 2026 entre Brasil e Marrocos acontece em 13 de junho, no Estádio New York New Jersey.
- Redouane Lachgar, 33 anos, marroquino que vive em Cuiabá (Mato Grosso) há oito anos, trabalha como guia de turismo no Pantanal.
- Ele enfrenta o dilema de torcer pela seleção brasileira ou pela marroquina durante a partida.
- Lachgar diz estar confiante na seleção de Marrocos, mas reconhece que vestir a camisa do Brasil pode influenciar na hora do apito inicial.
- A matéria completa é publicada pelo RD News, parceiro do Metrópoles.
O duelo entre Brasil e Marrocos abre o Grupo C da Copa do Mundo de 2026, neste sábado 13/6, no Estádio New York New Jersey, nos Estados Unidos. A partida terá impacto na fase inicial da competição e testa o equilíbrio entre seleções históricas.
O marroquino Redouane Lachgar, 33 anos, vive em Cuiabá (MT) há oito anos. Veterano guia de turismo no Pantanal, ele acompanha a estreia com interesse especial pela seleção africana.
Redouane afirma estar confiante com o desempenho de Marrocos, mas admite que vestir a camisa do Brasil pode pesar na hora do jogo. A situação o coloca diante de um dilema típico de torcedor que reside fora do país.
Dilema de torcedor em Cuiabá
A história de Lachgar reflete a experiência de imigrantes que acompanham a trajetória das seleções nacionais. Para entender o contexto, o RD News entrevistou o torcedor antes da partida, destacando a dualidade entre orgulho nacional e vínculo com a nova casa. A cobertura completa está disponível pela parceria entre RD News e Metrópoles.
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