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Protocolo pode prolongar partidas da Copa em tempestades

Protocolo americano de paralisação por tempestades pode prolongar jogos da Copa de 2026, com definição da FIFA sobre o tempo de retorno ainda incerta

Registro de raio durante jogo entre Pachuca e RB Salzburg pela fase de grupos da Copa do Mundo de Clubes da Fifa Soccer
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  • O protocolo dos Estados Unidos determina interrupção imediata e evacuação quando há risco de descargas elétricas, com paralisação de trinta minutos; se houver novo raio próximo até o 29º minuto, a contagem volta a zero.
  • O Serviço Nacional de Meteorologia orienta a parada de eventos ao ar livre quando um raio cai em até dezesseis quilômetros do estádio, contando com sistema de alertas para identificar cenários de perigo.
  • O protocolo pode prolongar partidas por tempestades, com paradas anteriores em jogos da Copa do Mundo de Clubes; a FIFA não tem definição clara sobre o tempo para retomar jogos.
  • O regulamento prevê alterações por força maior e permite fechamento de tetos retráteis durante a partida em estádios como Atlanta, Houston, Dallas e Vancouver; o SoFi tem cobertura fixa.
  • Cidades-sede com maior risco são aquelas com tetos retráteis, incluindo Atlanta, Houston, Dallas e Vancouver; há preocupação com jogos noturnos em Miami e com chuvas previstas para Orlando, Monterrey e Cidade do México.

O protocolo de segurança contra tempestades pode prolongar partidas da Copa do Mundo de 2026, disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. Raios e trovões são a principal preocupação, especialmente perto de estádios com áreas externas.

A regra local dos EUA determina interrupção imediata de partidas e evacuação ante risco elétrico. O serviço meteorológico orienta parar eventos quando um raio cai a até 16 quilômetros do estádio.

A implementação do protocolo prevê bloqueio das partidas por 30 minutos. Se novo raio ocorrer antes de completar esse tempo, a contagem recomeça por mais 30 minutos.

A primeira paralisação registrada ocorreu na partida entre França e Iraque, em Filadélfia, frente a chuva forte próxima ao Lincoln Financial Field. A interrupção ocorreu nesta segunda-feira.

A FIFA enfrenta ausência de diretrizes claras sobre limites para retomar jogos, o que pode gerar incertezas logísticas. A entidade não respondeu a pedidos de explicação até o momento.

Outro ponto em discussão é o uso de estádios com teto retrátil. Atlanta, Houston, Dallas e Vancouver já têm esse recurso, que pode influenciar a decisão do árbitro.

Caso o teto esteja aberto e as condições piorem, o árbitro pode ordenar o fechamento durante a partida, em consulta com o diretor de jogo da FIFA, segundo o regulamento vigente.

Paradas longas já foram registradas em eventos paralelos. Em Nova Jersey, o Palmeiras enfrentou atraso de 50 minutos no MetLife, durante a Copa do Mundo de Clubes.

A outra paralisação relevante ocorreu em Charlotte, no Bank of America, entre Benfica e Chelsea, com retorno autorizado após 1 hora e 45 minutos.

A previsão climática aponta maior risco para cidades sede com temporadas de tempestades no fim da tarde. Miami, Hard Rock Stadium, é alvo de monitoramento especial.

Especialistas destacam que tempestades vespertinas são comuns na região de Miami, elevando a necessidade de planos de contingência para jogos noturnos.

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