- Tim Ream, aos 38 anos, tornou-se o jogador mais velho a atuar pela seleção masculina dos EUA em uma Copa do Mundo.
- Ele também foi o primeiro a se beneficiar da regra de “identidade incorreta” do VAR, implementada neste ano.
- No jogo contra o Paraguai, os EUA venceram por 4 a 1.
- Ream recebeu cartão amarelo no início do segundo tempo; o árbitro foi ao monitor e puniu Miguel Almirón por simulação, revertendo a decisão.
- A mudança evita que Ream tome o segundo cartão e seja suspenso no restante da fase de grupos; já Tyler Adams recebe cartão amarelo e vai atuar contra a Austrália.
Tim Ream tornou-se notícia histórica no Mundial por dois motivos. O defensor dos Estados Unidos, de 38 anos, atuou pela primeira vez para o país na Copa, tornando-se o jogador mais velho a entrar em um Mundial da seleção masculina. O feito ocorreu no jogo contra o Paraguai.
Logo após o início do segundo tempo, Ream foi advertido com cartão amarelo após entrada dura em Miguel Almirón. O árbitro Danny Makkelie, porém, recorreu ao monitor do VAR, sob orientação de Carlos del Cerro Grande, para revisar a jogada.
A mudança do VAR por identidade
Makkelie reverteu o amarelo de Ream, aplicando cartão a Almirón por simulação, reconhecendo um erro de identidade. A decisão permitiu que Ream permanecesse em jogo, evitando a segunda advertência e eventual suspensão por acúmulo de cartões no grupo.
A vitória dos EUA por 4 a 1 sobre o Paraguai teve a revisão concluída durante a partida, o que evidencia a aplicação prática da nova regra sobre identidade equivocada. O acréscimo público ainda aponta que não houve recuo da decisão.
Impactos e próximos jogos
Tyler Adams não teve a mesma sorte e levou cartão amarelo aos 59 minutos, acumulando para o próximo desafio contra a Austrália em 19 de junho. A dações de amarelo resets apenas após a fase de grupos e as quartas de final, conforme regras da competição.
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