- A Copa de 2026 terá várias vozes: Globo, SBT e plataformas digitais com novos narradores.
- Globo testa renovação com Everaldo Marques como narrador principal, em meio à ausência de Galvão Bueno e ao desfalque de Luis Roberto.
- Renata Silveira, aos 36 anos, é a primeira mulher a narrar um Mundial no Brasil, simbolizando avanços femininos no futebol e na imprensa.
- SBT mantém Galvão Bueno, de 75 anos, e estreia Tiago Leifert na narração, ampliando o leque de estilos.
- A CazéTV, liderada por Casimiro Miguel, exibirá todas as 104 partidas, promovendo linguagem informal e o público jovem, com Luís Felipe Freitas como narrador principal do grupo.
A transmissão da Copa do Mundo de 2026 movimenta a mídia brasileira, com uma cara nova e uma mistura de tradição e renovação. A disputa ocorre em diferentes plataformas, ampliando o leque de narradores e estilos para o público, em um contexto de maior competição entre televisão e internet.
Na Globo, a linha principal testa novos nomes após a ausência de Galvão Bueno e o afastamento de Luis Roberto, em tratamento médico. Everaldo Marques, 47 anos, assume protagonismo como narrador da casa com tom irreverente. Renata Silveira, 36, destaca-se como a primeira mulher a narrar um Mundial pela emissora.
Na outra ponta, o SBT mantém a tradição com Galvão Bueno, já veterano de 75 anos e 13 Copas no currículo, ao lado da nova aposta de voz: Tiago Leifert, 46, fazendo sua estreia na locução da cobertura. A presença de Leifert marca a entrada de alguém conhecido pelo dinamismo da internet no circuito da televisão aberta.
Aposta digital e diversidade de vozes
A CazéTV, de Casimiro Miguel, volta a ganhar relevância: será a única a exibir todas as 104 partidas do Mundial, evidenciando o peso da linguagem mais informal da internet para o público jovem. Luís Felipe Freitas, 38, aparece como narrador principal do grupo de grandes eventos, representando uma inovação no elenco de narradores.
Essa pluralidade de estilos aponta para uma transformação histórica na forma de consumir futebol. O Mundial de 2026 não depende mais de uma única voz dominante, pois o conteúdo chega a várias telas com propostas distintas. O público passa a ter um cardápio variado de narrativas.
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