- Árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve entrada negada nos EUA e não atuará na Copa do Mundo de 2026.
- Mesmo assim, ele receberá o cachê integral previsto pela Fifa para os árbitros escalados, com valores não divulgados pois o pagamento ocorre após o Mundial.
- Artan, 34 anos, era visto como potencial primeiro árbitro da Somália na Copa, escolhido entre 52 profissionais da edição de 2026.
- A decisão de impedir a participação foi baseada em verificações de antecedentes; autoridades americanas mencionaram investigação por possível envolvimento com terrorismo.
- De volta à Somália, Artan recebeu homenagens, e já tem compromisso internacional agendado: apitar a Supercopa da Europa entre Paris Saint-Germain e Aston Villa em 12 de agosto, em Salzburgo.
O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve a entrada negada nos Estados Unidos e não atuará na Copa do Mundo de 2026. Mesmo fora das partidas, ele receberá o cachê integral previsto pela Fifa para os profissionais escalados para o torneio, conforme a BBC. Os valores são pagos ao final do Mundial.
Artan, de 34 anos, era visto como o primeiro árbitro somali a apitar uma Copa. Integrante do quadro internacional da Fifa desde 2018, foi incluído entre os 52 árbitros da edição de 2026. A expectativa era de atuação, não apenas de participação.
A decisão de impedir a entrada ocorreu após verificações de antecedentes, segundo autoridades norte‑americanas. O governo indicou investigação sobre possível ligação com terrorismo, o que motivou a proibição de viagem.
Ao retornar à Somália, o árbitro recebeu homenagens no aeroporto. Seu próximo compromisso internacional já está definido: apitará a Supercopa da Europa entre Paris Saint‑Germain e Aston Villa, em 12 de agosto, em Salzburgo, Áustria.
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