- Mauro Beting, colunista do Estadão, criticou a torcida do Brasil na estreia contra o Marrocos, dizendo que só houve grito aos 49 minutos do segundo tempo.
- O jogo ocorreu no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pela Copa do Mundo disputada nos Estados Unidos, no último sábado, 13.
- Ele comparou com o amistoso entre Marrocos e Noruega, afirmando que a torcida marroquina foi mais animada e que o padrão FIFA de ingressos elevados contribui para uma torcida mais fria.
- A comentarista Gabi Fernandes concordou, citando a torcida do Corinthians como exemplo de apoio mais intenso.
- O ex-jogador Luisão afirmou que, em vários momentos, a seleção animava a torcida quando era a torcida quem deveria animar a equipe.
O colunista Mauro Beting, do Estadão, criticou a postura da torcida brasileira durante a estreia da seleção na Copa do Mundo contra o Marrocos, nos Estados Unidos, no último sábado, 13. A partida foi disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Beting afirmou que o jogo teve uma torcida diferente e que, apesar dos ingressos caros, a reação do público ocorreu apenas aos 49 minutos do segundo tempo. Ele comparou com um amistoso entre Marrocos e Noruega, ocorrido no dia 7, nos EUA, onde percebeu mais animação entre os torcedores.
Repercussões e posicionamentos no debate
A comentarista Gabi Fernandes endossou a avaliação, citando a torcida do Corinthians como exemplo de maior envolvimento. Ela ressaltou a necessidade de mais pressão para apoiar a seleção. Em linha semelhante, o ex-jogador Luisão comentou que muitas vezes a equipe anima a torcida, quando o papel deveria ser inverso.
O episódio alimenta o debate sobre o papel da torcida em Copas do Mundo, especialmente em jogos inaugurais. A torcida brasileira é alvo de críticas por suposta apatia em momentos decisivos, segundo as análises citadas.
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