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Beting: torcida do Brasil só grita aos 49 do 2º tempo

Beting critica torcida do Brasil por só reagir aos 49 minutos do segundo tempo na estreia, citando ingressos abusivos e comparação com a torcida marroquina

Torcedores no MetLife Stadium, em Nova Jersey, para acompanhar Brasil e Marrocos
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  • O colunista Mauro Beting, do Estadão, criticou a torcida do Brasil na estreia da Copa do Mundo contra o Marrocos, nos Estados Unidos, no sábado anterior.
  • Beting afirmou que nunca viu um jogo em que a torcida só grita aos 49 minutos do segundo tempo.
  • Ele citou um amistoso entre Marrocos e Noruega, também nos EUA, para dizer que a torcida marroquina pareceu mais animada.
  • O jornalista atribuiu a “torcida de teatro” ao padrão FIFA de ingressos abusivos, que, segundo ele, deixa o público menos participativo.
  • A comentarista Gabi Fernandes endossou, dizendo que o apoio precisa ser mais intenso, e o ex-jogador Luisão lembrou que o time costuma animar a torcida em vez do contrário.

O colunista Mauro Beting, do Estadão, criticou a postura da torcida brasileira durante a estreia da seleção na Copa do Mundo, diante do Marrocos, nos Estados Unidos, no último sábado, 13. A avaliação foi feita durante a live Seleção Estadão, transmitida diariamente no YouTube do jornal.

Beting afirmou que a torcida agiu de forma pouco entusiasmada, destacando que houve gritos apenas perto dos 49 minutos do segundo tempo. Ele comparou a animação com a observada em um amistoso entre Marrocos e Noruega, realizado também nos EUA na semana anterior, ao que percebeu como muito mais ativo.

O comentarista citou ainda o que chamou de padrão FIFA de ingressos abusivos, que, segundo ele, contribui para uma plateia mais fria, quase teatral, durante as partidas. Em tom alinhado, a comentarista Gabi Fernandes contou que viu exemplos de torcidas de outros clubes, como a do Corinthians, demonstrando apoio mais intenso.

Luisão, ex-jogador da seleção, também participou da análise e relembrou momentos da estreia em que a equipe parecia ter de estimular a público, quando, na prática, seria a torcida quem deveria manter o time animado.

Repercussões e contextos

Beting apontou que a percepção de atuação da torcida gera debates entre analistas sobre o papel da casa cheia no desempenho da seleção. A crítica não citou mudanças imediatas no comportamento de torcedores, mas elevou a discussão sobre o ambiente de apoio nas partidas internacionais.

Especialistas citados na cobertura ressaltam que fatores como organização de ingressos, preços e logística costumam influenciar o público presente. A repercussão envolve perguntas sobre estratégias de estímulo ao torcedor em partidas disputadas fora do Brasil.

A equipe brasileira volta a campo em breve, com a expectativa de melhorar o entrosamento e o apoio da torcida durante o torneio, sem que haja alterações no protocolo de transmissão ou de organização de ingressos.

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