- A Copa do Mundo de 2026 introduziu o patch “DEBUT” para identificar jogadores que disputam pela primeira vez o torneio e ele deveria ficar abaixo do emblema da manga.
- Na estreia da seleção brasileira, o espaço disponível não foi suficiente, e o patch precisou ser encaixado próximo à costura inferior da manga.
- Segundo o manual da Avery Dennison, responsável pelos distintivos, os uniformes devem deixar um espaço livre de 55 milímetros abaixo do patch principal, considerando 20 milímetros do “DEBUT” e 15 milímetros acima e 20 milímetros abaixo.
- A situação indica que o Brasil não seguiu integralmente as diretrizes de aplicação, diferente de outras seleções que já adotaram a posição prevista.
- O episódio gerou repercussão nas redes sociais entre observadores de uniformes, sem impacto esportivo direto.
Durante a estreia da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira chamou atenção por um detalhe nos uniformes. O novo patch DEBUT, destinado a jogadores que disputam sua primeira Copa, foi aplicado de maneira apertada nas camisas.
O espaço recomendado pela Avery Dennison, responsável pelos distintivos, é de 55 milímetros abaixo do patch principal. Desse total, 20 milímetros correspondem ao próprio DEBUT, com 15 mm acima e 20 mm abaixo para o espaçamento.
Entre as imagens que circularam, jogadores como Danilo aparecem com o patch próximo à costura inferior da manga, o que provocou reação entre fãs e especialistas em uniformes nas redes sociais.
Detalhes do protocolo e repercussões
Segundo o manual de aplicação, o posicionamento inadequado não altera o desempenho, mas diverge do padrão oficial adotado pela Fifa para a edição de 2026. A confusão não teve impacto esportivo imediato.
Observadores ressaltam que a falha de aplicação não é comum entre as seleções, já que outras equipes obedeceram as medidas de espaçamento indicadas no guia da fabricante. A Fifa não se manifestou publicamente sobre o episódio.
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