- Brasil não é mais considerado favorito principal na Copa e passou para o segundo pelotão, segundo Danilo Lavieri no Posse de Bola.
- A avaliação acompanha o empate de 1 a 1 com o Marrocos e eliminações recentes, como Croácia e Bélgica, além da derrota para Camarões na Copa anterior.
- Lavieri aponta que o desempenho individual não condiz com o talento atual, citando o banco de Matheus Cunha e a atuação de Alisson.
- Casagrande critica o trabalho de Carlo Ancelotti e diz que o time precisa se impor diante do Haiti, próximo adversário para a Copa de 2026.
- Há espaço para melhora: há bons talentos no Brasil que ainda não convivem em conjunto tão bem, e o grupo precisa evoluir para retomar posição entre as grandes seleções.
O comentarista Danilo Lavieri avaliou que a seleção brasileira deixou de figurar entre as favoritas da Copa do Mundo após o empate em 1 a 1 com o Marrocos, passando a integrar um segundo pelotão segundo o debate no Posse de Bola, do Canal UOL. A análise surge em meio a uma sequência recente de resultados negativos, que inclui eliminações e tropeços em fases anteriores.
Lavieri destacou que o histórico recente ajuda a entender a mudança de patamar do Brasil. Além do empate com o Marrocos, ele cita a derrota para Camarões na Copa anterior e quedas para Croácia e Bélgica, apontando que o desempenho coletivo não acompanha o talento individual dos atletas.
O comentarista também apontou que o desempenho individual não correspondeu às expectativas geradas pela temporada europeia de alguns jogadores. Segundo ele, nomes como Matheus Cunha chegaram a atuar melhor no exterior, mas começaram no banco recentemente, e o goleiro Alisson demorou a reagir no jogo.
Análise de desempenho
Casagrande ampliou a crítica ao trabalho técnico, citando a necessidade de a equipe se impor no próximo compromisso, frente ao Haiti, adversário considerado técnico inferior na projeção para 2026. A ideia é que o Brasil tenha uma atuação dominante para reconquistar a confiança pública.
Apesar da leitura cética, Danilo Lavieri aponta margem de melhoria. Ele afirma que há talento individual que pode funcionar com ajustes no coletivo, ainda que isso exija evolução em alguns setores do time.
Próximo desafio e condições
Os especialistas destacam que o confronto com o Haiti representa uma oportunidade de mostrar identidade e imposição. A pauta passa pela organização defensiva, presença no campo de ataque e aproveitamento de chances, fatores decisivos para retomar o protagonismo na agenda mundial.
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