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Brasil x Marrocos: estatísticas apontam falha de mira da seleção

Brasil tem apenas 11% de finalizações convertidas em gol, menor índice da Copa ao lado do Canadá, enquanto Marrocos dominou os 30 minutos iniciais

Vinicius Junior é perseguido por marcadores marroquinos na partida de estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo 2026
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  • Brasil teve apenas 11% de finalizações convertidas em gol, a menor taxa da Copa ao lado do Canadá.
  • Nos primeiros 30 minutos, Marrocos dominou; após o gol de Vinicius Junior aos 31 minutos, o jogo ficou mais equilibrado.
  • No segundo tempo, o Brasil pressionou no início, mas não criou grandes chances; Marrocos deixou de atacar com intensidade.
  • As duas equipes tiveram números próximos em passes certos, faltas, chutes, cruzamentos e desarmes; Brasil teve 448 passes, Marrocos 421, e 11% versus 12% de finalizações convertidas.
  • Os gols saíram principalmente de falhas pelo lado direito do campo brasileiro, com Paquetá perdendo a bola e Vinicius Junior empatando em jogada que envolveu interceptação brasileira.

O Brasil terminou a estreia na Copa do Mundo 2026 com um empate de 1 a 1 diante de Marrocos. Os números indicam uma performance abaixo do esperado: apenas 11% de finalizações convertidas em gol, a menor taxa do torneio ao lado do Canadá. O início da partida foi marcado pela domínio marroquino nos primeiros 30 minutos.

Após o gol de Vinicius Junior, aos 31 minutos, o Brasil equilibrou as ações, mas não conseguiu criar grandes oportunidades na segunda etapa. A equipe africana recuou, aceitando o empate, e manteve o controle do meio-campo por momentos importantes da partida.

Desempenho ofensivo e finalizações

O Brasil teve 13 chutes ao todo, com apenas 1 convertido, mantendo-se entre as piores estatísticas de finalização da competição até então. No primeiro tempo, a equipe chegou a errar muitos passes, o que comprometeu a construção de jogadas.

Saída de bola e organização defensiva

A saída de bola foi um ponto de dificuldade ao longo do jogo para o Brasil, enquanto Marrocos conseguiu realizar transições com mais velocidade. No início, lançamentos longos não surtiram efeito, e a bola permaneceu mais nos zagueiros brasileiros.

Meio-campo e distribuição de passes

No setor intermediário, Bouaddi, de Marrocos, teve atuação superior em várias métricas de ataque, enquanto Bruno Guimarães ficou atrás nesse aspecto. A superioridade marroquina no meio criou a vantagem inicial para os africanos.

Condução de jogo e contra-ataques

Os contra-ataques definiram o placar. Em uma jogada rápida, Saibari ficou cara a cara com o goleiro Alisson para abrir o placar. Do lado brasileiro, Vinicius converteu após uma sequência de apenas quatro passes que atravessou a defesa adversária.

Lado direito e falhas defensivas

As falhas no lado direito do campo contribuíram para os dois gols. A dupla de zaga brasileira, especialmente na relação com o lado direito, foi alvo de bloqueios e mudanças táticas feitas pelo técnico Carlo Ancelotti ao longo do segundo tempo.

Panorama estatístico global do jogo

No conjunto, Brasil e Marrocos terminaram com números próximos: passes certos (448 a 421), faltas (16 a 14) e desarmes (23 a 24). A diferença esteve nas finais de ataque, ainda que os índices de posse e participação tenham variado ao longo do confronto.

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