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Casagrande acusa seleção brasileira de ter mais marketing que qualidade

Casagrande critica marketing da seleção e cobra resposta com vitória e bom futebol contra o Haiti

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  • Casagrande afirmou que a estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 teve mais marketing do que futebol e cobrança por um desempenho coletivo.
  • Ele disse que o clima de festa na convocação e nos treinamentos não se sustenta quando a bola rola e pediu resposta já na próxima partida, contra o Haiti.
  • O comentarista destacou o gol de Vinícius Júnior como alívio diante da dominância do Marrocos, embora tenha visto o time como sem domínio efetivo.
  • Casagrande cobrou mudanças no ataque, citando Endrick como jogador que deveria ter entrado na partida e criticando a atuação de Carlo Ancelotti.
  • A opinião de outros comentaristas foi de que o Brasil precisa de organização e de uma entrega melhor, com a necessidade de vencer e jogar bem contra o Haiti para evitar frustrações.

A estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 gerou mais festividade que futebol, segundo Walter Casagrande. Em comentário para o Posse de Bola, do Canal UOL, ele afirmou que o desempenho coletivo ainda não apareceu após o empate com o Marrocos.

Casagrande disse que o ambiente de festa, convocação e treinamentos não se sustenta quando a bola rola. Para ele, o time precisa mudar a partir da próxima partida, contra o Haiti, sob pena de repetir frustrações de outros torneios.

Ele destacou que o gol de Vinícius Júnior evitou uma atuação ainda mais desequilibrada. A leitura é de que o atacante carrega o peso do time, mesmo sem uma atuação completa da equipe.

Segundo o comentarista, houve atraso na mudança de peças no ataque, com Endrick quem deveria ter entrado na partida. Alega que a estratégia inicial não aproveitou melhor a participação de Igor Thiago.

Críticas ao desempenho da seleção

Mauro Cezar Pereira avaliou o Brasil como sem conteúdo coletivo, dependente de lampejos individuais em relação à atuação frente ao Marrocos. O time foi visto como sem organização, segundo ele.

José Trajano associou a discussão sobre Casemiro a uma cobrança ao técnico Carlo Ancelotti. Para ele, a diferença entre o que funcionou no adversário e o que falhou no Brasil está na organização.

Casagrande reforçou que a seleção precisa vencer e jogar bem contra o Haiti para evitar repetições de frustrações. O discurso foi de que o time precisa de resposta imediata com bola em jogo.

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