- Diego Hernández, engenheiro civil de 25 anos, mora no Brasil desde 2016 e torce pelo Equador em Brasília.
- A estreia do Equador contra a Costa do Marfim ocorreu neste domingo, reunindo dezenas de torcedores na Embaixada do Equador, em Brasília.
- Para ele, as torcidas coletivas ajudam a diminuir a saudade de casa, com encontros na embaixada ou na casa de amigos.
- Esses encontros vão além do futebol e fortalecem laços entre equatorianos que vivem longe do país, formando uma família de coração.
- Vestir a camisa e torcer junto é uma forma de manter a identidade e a conexão com as raízes, mesmo longe do Equador.
Diego Hernández, engenheiro civil equatoriano, vive no Brasil desde 2016 e mantém a tradição de acompanhar a seleção do seu país ao lado da comunidade equatoriana em Brasília durante a Copa do Mundo. A edição de 2026 reforça esse hábito que já dura uma década.
A estreia do Equador contra a Costa do Marfim, neste domingo (14/6), reuniu dezenas de torcedores na Embaixada do Equador em Brasília. O grupo costuma se encontrar na embaixada ou na casa de amigos para assistir aos jogos.
Esses encontros vão além do futebol; fortalecem vínculos entre os equatorianos que moram longe de casa. Para Diego, a torcida compartilhada funciona como um pedaço do Equador presente no Brasil e ajuda a reduzir a saudade.
Vestuário e celebração também são parte do ritual, com a maioria dos torcedores vestindo a camisa da seleção. O momento reforça a identificação cultural e a conexão com as próprias raízes, mesmo a milhares de quilômetros de casa.
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