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Federações africanas, Curaçao, Haiti e Uzbequistão criticam a Uefa

Federações africanas, Curaçao, Haiti e Uzbequistão rejeitam a ideia de Ceferin de que jogos seriam desinteressantes, destacando a importância de toda a Copa do Mundo

Aleksander Ceferin, presidente da Uefa, foi criticado por fala sobre 'jogos desinteressantes' na Copa.
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  • O presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, disse que alguns jogos da Copa do Mundo seriam “desinteressantes, o que provocou críticas internacionais.
  • Federações da África, aliadas a Curaçao, Haiti e Uzbequistão, divulgaram nota conjunta protestando contra as falas e destacando que nenhuma partida é insignificante.
  • A nota cita federações de Cabo Verde, Curaçao, Uzbequistão, Congo, Haiti, Argélia, Tunísia, Marrocos, Egito, Gana, Senegal, Costa do Marfim e África do Sul.
  • As federações ressaltaram que a classificação para a Copa é conquista histórica e sonho de várias gerações, cobrando respeito às equipes.
  • Em outro ponto, a Uefa confirmou Omar Abdulkadir Artan para a decisão da Supercopa da Europa após árbitro da Somália ser impedido de entrar nos Estados Unidos por visto.

A fala de Aleksander Ceferin, presidente da Uefa, sobre jogos de algumas seleções serem desinteressantes gerou repercussão internacional. O comentário ocorreu em meio a debates sobre a expansão da Copa do Mundo para 48 seleções.

Selecionados africanos e equipes de Curaçao, Haiti e Uzbequistão reagiram de forma veemente à declaração. Em nota conjunta divulgada neste domingo, as federações criticaram a percepção de que algumas partidas seriam menos relevantes.

Segundo as entidades, nenhuma partida da Copa do Mundo é insignificante, e a classificação para o torneio representa um sonho de gerações. As federações destacaram o valor histórico dessas disputas para seus países.

As organizações mencionadas incluem Cabo Verde, Curaçao, Uzbequistão, Congo, Haiti, Argélia, Tunísia, Marrocos, Egito, Gana, Senegal, Costa do Marfim e África do Sul. O tom da nota reforça orgulho de disputar partidas em estádios da América do Norte e Central.

Por trás das declarações está a expectativa de classificação para o Mundial e o investimento em infraestrutura e treinamentos. As federações ressaltaram ainda o apoio de torcedores, comunidades e governos locais ao desempenho de suas seleções.

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