- Brasil enfrenta o Haiti na Copa do Mundo, na sexta-feira, 19, às 21h30, pelo segundo jogo do grupo.
- O Haiti disputará apenas a segunda Copa do Mundo da história, em meio à crise humanitária e à violência no país, com a classificação obtida em Curaçao após vitória sobre a Nicarágua.
- O técnico Sébastien Migné comanda a equipe; ele busca jogadores com ascendência haitiana, mesmo sem ter pisado no Haiti durante o processo.
- Pontos fortes incluem contra-ataque rápido e meio-campo criativo, respaldados pela vitória por 4 a 0 sobre a Nova Zelândia em amistoso de 2 de junho.
- Jogadores para ficar de olho são Wilson Isidor, Jonny Placide e Jean-Ricner Bellegarde; Placide é o goleiro que retornou de cirurgia no joelho.
O Haiti disputará a Copa do Mundo contra o Brasil na Copa de 2026, marcando o segundo torneio da seleção no mundial. O jogo contra o Brasil acontece na sexta-feira, às 21h30, horário de Brasília, pela fase de grupos. O Haiti entra na partida com a missão de vencer para manter vivo o sonho de avançar.
O Brasil igualou seu primeiro resultado na competição ao empatar com o Marrocos pouco antes. O confronto contra o Haiti ocorre em um contexto de forte expectativa da imprensa e do público, já que o time haitiano é visto como uma seleção em ascensão, apesar da instabilidade no país.
Seguindo até 2026, o Haiti é apontado como a nação mais instável das Américas, mas conseguiu chegar ao seu segundo Mundial de forma surpreendente. A classificação ocorreu em Curaçao, após vencer a Nicarágua em jogo único disputado longe do território haitiano.
A seleção é treinada pelo francês Sébastien Migné, que já passou por equipes nacionais africanas e foi auxiliar em Camarões. O histórico do Haiti na Copa mostra apenas uma participação anterior, em 1974, com vitórias pontuais e episódios marcantes, como suspensão de um jogador após o primeiro jogo naquela edição.
Pontos fortes do elenco passam pela qualidade adquirida no ataque e no meio-campo, com contratações que deram dinamismo ao time. Em amistoso recente, o Haiti venceu a Nova Zelândia por 4 a 0, demonstrando capacidade de surpreender adversários fora de casa.
Entre as vulnerabilidades, a equipe costuma atuar com um 4-2-3-1 de forma mais ousada, o que abre espaços defensivos. Diante dos rivais do Grupo C, a tendência é adotar um 4-4-2 mais recuado, buscando contra-ataques e proteção à defesa, especialmente com o goleiro Johny Placide retornando de cirurgia.
Atletas para ficar de olho incluem Wilson Isidor, que se destacou desde sua estreia; o goleiro Jonny Placide, referência do time, e Jean-Ricner Bellegarde, meio-campista que atua no Wolves e tem impacto significativo no desempenho do Haiti.
O histórica de confrontos envolvendo o Brasil com o Haiti na Copa e amistosos não foi detalhada no material, mas a expectativa é de que o confronto traga ritmo intenso, com o Brasil buscando manter a liderança no grupo e o Haiti tentando consolidar sua participação em mundiais.
Entre na conversa da comunidade