- Brasil enfrenta o Haiti na fase de grupos da Copa do Mundo, jogo marcado para sexta-feira, às 21h30 (horário de Brasília).
- O Haiti disputará pela segunda vez o Mundial; a classificação ocorreu em Curaçao, por questões de instabilidade no país, após jogo contra a Nicarágua.
- O Haiti estreou na Copa de 2026 com derrota por 1 a 0 para a Escócia; o Brasil empatou com o Marrocos no seu primeiro jogo.
- Destaques do time: ataque e meio-campo com contratações recentes; goleiro Johny Placide retornou de cirurgia; atacante Wilson Isidor e meio-campista Jean-Ricner Bellegarde são nomes a observar.
- O técnico é Sébastien Migné, escolhido entre ligas europeias; a seleção haitiana joga fora de casa, mantendo o foco diante da crise humanitária que enfrenta.
O Brasil enfrentará o Haiti na Copa do Mundo, na sexta-feira, 19, às 21h30 (horário de Brasília). O duelo ocorre na fase de grupos, com o Haiti buscando manter a trajetória após estrear com derrota. O Brasil empatou com Marrocos no primeiro jogo.
O Haiti estreou no torneio no sábado, 13, perdendo por 1 a 0 para a Escócia. A seleção caribenha não pode atuar em casa, disputando suas partidas em locações neutras devido a questões internas. A preparação do Haiti envolve ajustes táticos e de elenco ao longo do torneio.
Contexto histórico
O Haiti disputa apenas a segunda Copa do Mundo, sendo a equipe mais instável da região nas últimas décadas. A primeira participação ocorreu em 1974, na Alemanha Ocidental, marcada por controvérsias envolvendo a comissão técnica e regulamentos antidoping.
Composição e técnico
O técnico francês Sébastien Migné dirige o time, buscando valorizar jogadores com passagem por ligas europeias. Entre os destaques estão Wilson Isidor, atacante do Sunderland, e Jonny Placide, goleiro que voltou de cirurgia. Bellegarde também figura como nome de ofensiva no meio-campo.
Perspectivas táticas e elenco
O Haiti costuma atuar em 4-2-3-1, com foco em transições rápidas. Frente ao Brasil, analistas apontam possível ajuste para um 4-4-2 mais conservador, priorizando a defesa e contra-ataques. Placide volta a atuar após recuperação, o que pode influenciar o desempenho defensivo.
Clasificação e caminho até a Copa
A equipe garantiu a vaga para a Copa em partida disputada a 800 quilômetros do país, em Curaçao, vencendo a Nicarágua. A torcida haitiana celebrou o feito, diante de um quadro interno marcado por crises econômicas e violência.
Olhos no jogo
Entre os integrantes que merecem atenção estão Isidor, Bellegarde e Placide, que têm papel central nas ações ofensivas e defensivas. A expectativa é de desempenho eficiente do ataque haitiano, aliado a uma defesa que precisa se manter firme contra adversários de peso.
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