- Luca Zidane defenderá a Argélia como goleiro, sendo filho de Zinedine Zidane, ícone da França na Copa de 1998.
- Giuliano Simeone, da Argentina, atuará no meio-campo; é filho de Diego Simeone, técnico do Atlético de Madrid.
- Nico Paz, da Argentina, é destaque entre os jovens; filho de Pablo Paz, que jogou a França na Copa de 1998.
- Marcus Thuram, da França, é atacante e filho de Lilian Thuram, símbolo do título francês de 1998.
- Justin Kluivert, da Holanda, é atacante e filho de Patrick Kluivert, herói da Holanda na Copa de 1998.
Zidane, Thuram, Simeone e Kluivert: sobrenomes consagrados na história das Copas do Mundo aparecem novamente em campo, desta vez com herdeiros. A seleção de 2026 terá jogadores que carregam a experiência dos pais no torneio, em esquemas que vão além do acaso.
A reportagem do ge listou nomes de jovens que herdaram o talento dos familiares, com atuação prevista nos EUA, México e Canadá a partir de 11 de junho de 2026. A lista traz tanto promessas quanto jogadores já em evidência em clubes europeus.
Entre os casos mais destacados está Luca Zidane, goleiro que defenderá a Argélia, filho do astro Zinedine Zidane, referência de França nas Copas de 1998, 2002 e 2006. Esse vínculo já desperta interesse de torcedores e imprensa.
Herança em campo
Giuliano Simeone, argentino, é filho de Diego Simeone e parte do elenco do Atlético de Madrid. O técnico argentino e ex-jogador integrou a Argentina nas Copas de 1994, 1998 e 2002, marcando momentos da história. Giuliano também figura entre as promessas.
Nico Paz, jovem argentino, é apontado como grande promessa da atual campeã mundial para 2026. Filho de Pablo Paz, que atuou pela Argentina em 1998, Nico atua como meio-campo e tem sido observado por clubes europeus.
Marcus Thuram representa a França na segunda Copa do Mundo de sua carreira, seguindo os passos do pai Lilian Thuram, ícone da França campeã de 1998. O atacante chega com expectativa de consolidar seu espaço.
Lee Tae-Seok, defesa sul-coreano de 23 anos, terá a primeira Copa do Mundo com o aval do pai, Lee Eul-Young, que integrou a campanha histórica de 2002. Tae-Seok aparece como uma das apostas da sele��ão asiática.
Justin Kluivert, atacante holandês, é filho de Patrick Kluivert, protagonista do título de 1998. O jogador chega com a missão de manter a tradição ofensiva da geração Oranje em Copas futuras.
Erling Haaland, estrela norueguesa, chega como uma das figuras de peso para 2026, mesmo sendo filho de Alf-Inge Haaland, que atuou na Copa de 1994. A participação de Haaland depende de sua performance com a equipe nacional e seus clubes.
Giorgio Reyna, dos Estados Unidos, é filho de Claudio Reyna e fará a segunda Copa pela equipe norte-americana. A trajetória dele se soma à do pai, que teve participações em 1994, 1998, 2002 e 2006, contribuindo para a memória da seleção.
Mamadou Sarr, do Senegal, carrega o sobrenome de Pape Sarr e busca presença histórica com a seleção senegalesa, que já mostrou surpresa em edições anteriores. O jogador aparece como uma das apostas para o plantel de 2026.
Giovanni Reyna, também dos Estados Unidos, consolida a presença de uma família com forte vínculo com a seleção. A dupla com Claudio Reyna marca a continuidade da participação norte-americana no torneio.
Sebastian Berhalter, e filho de Gregg Berhalter, técnico da equipe na Copa de 2022, soma-se ao grupo de herdeiros que buscam o lugar no Mundial de 2026. O meio-campo dos EUA tem expectativa para surpreender.
A lista mostra que mais de dez seleções contam com ao menos um jogador que herda a experiência dos pais, reforçando o componente de legado e a continuidade de uma geração em Copas do Mundo.
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