- Holanda estreia no Grupo F da Copa do Mundo de 2026 contra o Japão, às 17h (horário de Brasília), em Dallas, com Memphis Depay no banco de reservas.
- O histórico entre as seleções em Mundiais tem apenas um duelo, vitória holandesa por 1 a 0 na Copa de 2010; o último encontro foi um amistoso em 2013, 2 a 2.
- Memphis Depay é destaque para os torcedores do Corinthians, mas deve começar no banco e entrar no segundo tempo, após temporada de lesões no Brasil.
- Koeman destacou o Japão como adversário forte, com equilíbrio entre defesa e ataque e jogadores em boa forma na Europa.
- O Japão chega ao Mundial com vitórias sobre Brasil (3 a 2, virada) e Inglaterra (1 a 0, Wembley) e é visto como time em evolução.
A Holanda estreia no Grupo F da Copa do Mundo de 2026 enfrentando o Japão, hoje às 17h (horário de Brasília), em Dallas. Memphis Depay começa no banco de reservas, retornando de lesões e com minutos reduzidos nos amistosos pré-Mundial.
O duelo é visto como teste importante para a Laranja Mecânica, diante de uma equipe japonesa em ascensão, que busca manter a qualidade defensiva e o equilíbrio ofensivo, segundo o técnico Ronald Koeman.
Historicamente, Holanda e Japão se enfrentaram apenas duas vezes em Mundiais. Em 2010, os holandeses venceram por 1 a 0, com gol de Sneijder, na África do Sul. Um amistoso em 2013 terminou empatado em 2 a 2, na Bélgica.
Memphis Depay, ídolo para torcedores do Corinthians, figura como arma de Koeman. Mesmo com o banco, o atacante pode entrar no segundo tempo para definir o ritmo da Holanda.
A seleção japonesa chega ao Mundial com o rótulo de gigantes que aprenderam a derrubar equipes de peso. Atualmente em 18º no ranking da Fifa, venceu a Inglaterra em 2026 e o Brasil por 3 a 2 no fim de 2025.
A equipe nipônica tem mostrado crescimento técnico e provocações rápidas pelos lados, qualidade que pode exigir ajuste tático da Holanda desde o início da partida, com foco na compactação defensiva.
Além disso, o Japão tem mostrado força física e transições rápidas, características que, segundo Koeman, exigem concentração desde o apito inicial para evitar vulnerabilidades na defesa.
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