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Impacto de Lukaku mantém Egito na expectativa da Copa; Bélgica ainda rende?

Lukaku entra aos vinte e três segundos e empata; Bélgica depende da velha guarda, enquanto o Egito segue sem vitória em Copas há noventa e dois anos

Romelu Lukaku forces an own goal at the World Cup
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  • Romelu Lukaku entrou no jogo aos 23 segundos como reserva e empatou para a Bélgica ao tirar a bola de Mohamed Hany e marcar gol contra.
  • Emam Ashour abriu o placar para o Egito aos 19 minutos com chute de fora da área, terminando em comemoração que acabou por derrubar o próprio jogador após toque de um colega.
  • O Egito deixou o jogo equilibrado até Lukaku, aos 66 minutos, aproveitar cruzamento de Thomas Meunier e empurrar a bola para dentro da própria meta, decretando o 1 a 1.
  • O empate mantém o Egito sem vencer uma partida de Copa do Mundo, índice que já dura 92 anos, tornando-se o segundo jejum mais longo entre seleções sem vitória no torneio.
  • O técnico do Egito, Hossam Hassan, experimentou mudanças táticas, incluindo Salah atuando como No 10 e Ashour aberto pela esquerda, em uma formação que buscava novas opções ofensivas.

O futebol mundial ganhou mais uma história de resiliência em campo: Romelu Lukaku levou apenas 23 segundos após entrar no jogo para incendiar a área e provocar o empate de 1 a 1 contra o Egito, na Copa do Mundo. A seleção africana ainda não venceu no torneio desde 1934, enquanto a Bélgica mantinha a pressão.

Emam Ashour abriu o placar aos 19 minutos com chute preciso de fora da área. O Egito dominou parte do primeiro tempo, mas Lukaku já mostrava que poderia mudar o ritmo da partida ao entrar no segundo tempo.

Aos 66 minutos, Lukaku substituiu De Ketelaere e, pouco depois, forçou o erro de Mohamed Hany que decretou o 1 a 1. O atacante, com passagem recente pela Napoli, mostrou que ainda pode ter impacto em momentos-chave.

O impacto da velha guarda belga

De Bruyne não teve boa atuação, batendo cabeça com defensores e acertando a trave. Mesmo assim, Lukaku voltou a provar que experiência pode fazer a diferença em jogos apertados, sem precisar ser titular. O ponto levantou debates sobre o momento da geração de ataque belga.

A movimentação de Lukaku mostrou que o time ainda depende de referências, mesmo com jovens no elenco. De Ketelaere atuou centralmente, mas a equipe não conseguiu manter o domínio e explorar o favoritismo no ataque.

O que mudou para o Egito

Hossam Hassan mudou a postura tática, deslocando Salah para no mínimo 10 e alternando posições entre Ashour e outros atacantes. A estratégia ajudou a abrir o jogo e rendeu o empate sem perder a chance de vitória.

Salah, aniversariante do dia, participou ativamente, contribuindo com assistências e criação de jogadas. A atuação do capitão egípcio manteve esperanças de avançar no Grupo G, que ainda terá partidas contra New Zealand e Irã.

Perspectivas para o restante da fase

A igualdade manteve o Egito sem vitória em Copas, com oito jogos disputados desde 1934. O desempenho nesta estreia pode influenciar ajustes para as próximas partidas, ainda que a pressão por resultados permaneça alta.

A Bélgica volta aos gramados com lições sobre o encaixe entre veteranos e nova geração. A performance de Lukaku reforça que entradas decisivas podem redefinir partidas equilibradas.

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