- O senador Romário (PL-RJ) é acusado de machismo estrutural por ter dito que a jornalista Fernanda Gentil “não conhece muito de futebol” após o empate entre Brasil e Marrocos.
- A declaração ocorreu pouco depois do jogo, durante a transmissão da CazéTV, quando Gentil questionou se o empate poderia ser visto como derrota.
- Romário afirmou que quem não entende de futebol poderia pensar assim e disse que Marrocos teve desempenho técnico superior, mesmo com jogadores “inferiores”.
- A deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) reagiu, reclamando da atitude e classificando-a como machismo estrutural.
- Gentil publicou, no Instagram, uma foto ao lado de Romário e Bebeto, acompanhada da legenda sobre estar bem acompanhada; o Poder360 contactou Romário, sem resposta até a publicação.
O senador Romário (PL-RJ), ex-jogador, foi criticado porFernanda Melchionna (Psol-RS) por alegar machismo estrutural ao dizer que a jornalista Fernanda Gentil não entende de futebol. A manifestação ocorreu após o empate entre Brasil e Marrocos, no sábado, durante a transmissão da CazéTV. A deputada afirmou que a declaração expõe preconceito de gênero.
Melchionna classificou o comentário de Romário como machismo estrutural, destacando a insistência em menosprezar a atuação de uma jornalista mulher. A deputada pediu que autoridades e a sociedade reflitam sobre o tom e o conteúdo das afirmações publicadas nas redes.
Gentil reagiu ao empate ao questionar, na transmissão, se o resultado poderia ser visto como derrota para o Brasil. Romário defendeu o ponto de vista de que Marrocos apresentou desempenho técnico superior, mesmo com jogadores menos renomados.
Pelo menos 4h deste domingo, Gentil compartilhou, em um stories, uma imagem ao lado de Romário e Bebeto, indicando apoio mútuo. O Poder360 tentou contato com Romário para comentar o assunto; até a publicação, não houve resposta.
A reportagem não apurou a extensão de instrumentos oficiais da discussão, mas aponta uma série de manifestações públicas, com envolvimento de figuras políticas e esportivas. As informações são baseadas em registros de redes sociais e notas de veículos.
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