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Abismo entre o time dos EUA e a seleção de Ancelotti, aponta Mauro Cezar

Mauro Cezar aponta abismo entre o time dos EUA e a seleção brasileira de Ancelotti, com Brasil atrás de equipes médias em organização e intensidade.

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  • Mauro Cezar afirmou que há um abismo entre o time dos Estados Unidos e a seleção brasileira de Carlo Ancelotti, com os norte-americanos mostrando mais organização tática e imposição em campo.
  • O comentarista disse que o Brasil não apresenta um setor em que esteja bem e que o rendimento é decepcionante frente ao que se esperava no primeiro duelo contra o Marrocos.
  • Cezar afirmou que, se comparados times de nível médio para cima, o Brasil fica atrás de equipes como Equador, Costa do Marfim e Japão, que jogam como time com ideia clara.
  • Danilo Lavieri afirmou ter ficado assustado com a intensidade de Japão e Holanda, dizendo que o Brasil só melhorou um pouco no segundo tempo diante do Marrocos.
  • A leitura é de que o Brasil, segundo os comentaristas, não apresenta o mesmo padrão coletivo visto em seleções que já demonstram ritmo e organização de jogo.

A atuação dos Estados Unidos na Copa do Mundo foi relevante para a análise de desempenho da seleção brasileira. Mauro Cezar, no programa Posse de Bola, do Canal UOL, afirmou que houve um abismo entre o time norte-americano e o Brasil de Carlo Ancelotti. Ele destacou organização tática e imposição em campo dos EUA, mesmo com menos talento individual.

Para o comentarista, não houve setor do Brasil que tivesse consistência suficiente para justificar confiança. Segundo ele, o time de Ancelotti apresentou falhas de organização e de conteúdo técnico, algo que chamou de decepcionante para o primeiro jogo. Ele ressaltou que o desempenho não demonstrou rigidez nem clareza de função.

Duas fontes do setor de imprensa esportiva também contribuíram para a leitura. Danilo Lavieri afirmou ter ficado impressionado com a intensidade de Japão e Holanda, times que comparou como presentes em jogos bem disputados. Ele observou que o Brasil só melhorou de forma tímida no segundo tempo contra o Marrocos, após um início ruim.

Análise de desempenho e comparações

Mauro Cezar reforçou que, ao comparar equipes de nível médio e mais acima, o Brasil fica atrás de várias seleções que, mesmo sem favoritismo, atuam com ideia de jogo e coesão. Segundo ele, times como Equador, Costa do Marfim e Japão apresentaram comportamento coletivo superior.

Perspectivas de evolução

Danilo Lavieri lembrou que a melhoria do Brasil ocorreu apenas no segundo tempo diante do Marrocos, em oposição ao desempenho inicial. Ele citou a necessidade de aumento de intensidade e de clareza de função para as próximas partidas. As avaliações refletem um consenso de que o time precisa de ajustes para competir em alto nível.

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