- O árbitro australiano Shaun Evans negou ter feito gesto intencional associado a supremacistas brancos durante a apresentação da equipe do VAR na partida Alemanha x Curaçao, neste domingo, 14 de junho.
- Evans afirmou que o movimento foi um tique involuntário e subconsciente, sem intenção de comunicar mensagem.
- Imagens mostraram o árbitro repetindo o movimento várias vezes enquanto segurava uma caneta entre os dedos.
- A Fifa afirmou não ter encontrado evidências de violações ao código disciplinar após analisar o caso.
- Evans estreou em Copas do Mundo em 2022, no Qatar, e é visto como um dos árbitros mais respeitados da Austrália.
O árbitro australiano Shaun Evans afirmou que não houve gesto intencional nem símbolo específico durante a apresentação da equipe do VAR na partida entre Alemanha e Curaçao, realizada neste domingo, no Qatar. A Fifa informou que não encontrou evidências de violações ao código disciplinar. O episódio ocorreu durante o evento de supervisão do VAR, em contexto de Copa do Mundo.
Evans explicou que o movimento de mão foi um tique involuntário e subconsciente. Ele também relatou que, momentos depois, percebeu ter repetido o gesto ao segurar uma caneta entre os dedos. Segundo o árbitro, a repercussão não reflete quem ele é.
A controvérsia ganhou repercussão por associações do gesto com um símbolo utilizado por grupos supremacistas. Pesquisadores apontam que o sinal pode funcionar como mensagem codificada em determinadas situações, sem que haja reconhecimento automático por quem observa.
A Fifa comunicou que avaliou o incidente e não houve indícios de violação ao código de conduta. Evans estreou em Copas do Mundo em 2022, no Qatar, e é um dos árbitros mais respeitados da Austrália, segundo a entidade.
No confronto específico entre Alemanha e Curaçao, não há confirmação de qualquer punição ou sanção ao árbitro. A organização reiterou o compromisso com a neutralidade e a integridade das decisões em campo.
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