- Emam Ashour, camisa 8 da seleção do Egito, abriu o placar no jogo Bélgica x Egito, em Seattle, na estreia de ambas as equipes na Copa do Mundo.
- O jogador tem histórico de prisão e julgamento por ter agredido um chefe de segurança de um shopping próximo ao Cairo, no Egito, há dois anos.
- Em novembro de 2024, ele foi condenado a seis meses de prisão, mas o caso terminou com um acordo financeiro entre Ashour e a vítima.
- A Justiça egípcia inicialmente considerou-o inocente; os procuradores recorreram, alegando agressão que provocou machucados.
- Ashour não cumpriu a pena por ter feito o acordo com a Procuradoria e a vítima.
Emam Ashour, atacante da seleção do Egito, é alvo de controvérsia que acompanha sua carreira. O jogador já foi preso e julgado por agressão a um chefe de segurança de um shopping no Egito. O caso ocorreu há dois anos, perto do Cairo, e ele chegou a ser condenado a seis meses de prisão.
Segundo a defesa, o incidente teria ocorrido após um empurra-empurra, com o segurança caindo ao chão. Ashour afirmou que estava no local a pedido da esposa, que relatou ter sido assediada por jovens e que a intervenção da segurança não foi suficiente. A Justiça inicialmente o considerou inocente, mas a Procuradoria recorreu.
A segunda instância manteve a condenação de seis meses em novembro de 2024, porém o jogador não cumpriu a pena. Ele teria fechado um acordo financeiro com o segurança e com a Procuradoria, evitando a execução da pena.
Contexto recente no futebol internacional
Nesta segunda-feira (15), Ashour abriu o placar de Bélgica x Egito, em Seattle, nos Estados Unidos. O confronto marca a estreia de ambas as seleções na Copa do Mundo de 2026, com o Egito buscando a primeira vitória na competição. A atuação de Ashour, porém, volta a ser observada à luz do episódio anterior.
A Federação Egípcia não informou sobre desdobramentos legais que possam impactar a participação de Ashour na Copa. O caso segue em avaliação de autoridades locais, sem confirmação de novas sanções esportivas até o momento.
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