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Cabo Verde, com menos de 600 mil habitantes, é o terceiro menor país em população a chegar à Copa do Mundo, atrás de Islândia (2018) e Curaçao (este ano).
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A seleção, conhecida como Tubarões Azuis, reúne talento local e jogadores nascidos no exterior, como Roberto Lopes (nascido na Irlanda) e Logan Costa (França).
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Nas eliminatórias, Cabo Verde venceu sete dos dez jogos, perdeu apenas uma vez e teve vitória em casa contra Camarões.
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Na fase de grupos da Copa do Mundo, ocupava a posição 69 no ranking da Fifa e encara Espanha, Uruguai e Arábia Saudita.
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Torcedores e o técnico Bubista disseram estar orgulhosos e confiantes em deixar marca no torneio, buscando maior visibilidade para o país.
Cabo Verde, com menos de 600 mil habitantes, vai pela primeira vez à Copa do Mundo, tornando-se o terceiro menor país em população a alcançar o torneio. A seleção dos Blue Sharks entra na competição com uma combinação de talentos locais e jogadores nascidos no exterior.
O grupo tem jogadores de diferentes origens: defensores nascidos na Irlanda e na França, com laços cabo-verdianos que fortalecem o time. A equipe passou pelas eliminatórias com sete vitórias em dez jogos, incluindo um resultado expressivo em casa contra Camarões.
A Copa do Mundo reserva estreia contra a Espanha, seguida por Uruguai e Arábia Saudita. A Fifa coloca Cabo Verde na 69ª posição do ranking, desempenho que já desperta expectativa entre jogadores e torcedores.
Torcedores em Mindelo, cidade da ilha de São Vicente, acompanham a trajetória com entusiasmo. Bares, restaurantes e hotéis se preparam para receber multidões, mantendo a narrativa da morna que acompanha a vida local.
O treinador Bubista, nome popular de Pedro Leitão Brito, enxerga a oportunidade de deixar marca no torneio. Em entrevista à imprensa, reforçou a confiança de que, mesmo diante de adversários grandes, o país pode atuar com competitividade.
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