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Falta de disciplina tática leva Ancelotti a adotar cautela com Endrick na Copa

Ancelotti adia a maior participação de Endrick na Copa por falta de obediência tática, enquanto trabalha posicionamento e pressão sem bola para o jovem atacante

Endrick comemora gol da seleção brasileira contra o Egito em Cleveland (EUA)
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  • Endrick teve impacto nos amistosos contra Croácia, Panamá e Egito, mas na estreia da Copa o técnico escalou Igor Thiago no ataque.
  • Ao sacar Endrick, Ancelotti colocou Matheus Cunha, e o jovem ficou no aquecimento até esgotar as substituições.
  • O treinador enxerga grande potencial em Endrick e quer prepará-lo para jogar já neste Mundial.
  • O desafio é a falta de obediência tática de Endrick, que recua para buscar a bola e não mantém a posição para pressionar a saída de bola adversária.
  • A comissão técnica considera natural o desenvolvimento do jogador, esperando evolução de posicionamento para aumentar minutos no Mundial; o Brasil joga na sexta-feira, 19, contra o Haiti, na Filadélfia.

Endrick entrou em campo nos amistosos contra Croácia, Panamá e Egito e teve impacto inicial. Na estreia do Brasil na Copa do Mundo contra o Marrocos, o placar ficou 1 a 1. Carlo Ancelotti escalou Igor Thiago no ataque.

Quando decidiu tirar o centroavante, cobrado por gols perdidos contra Marrocos e Egito, o técnico colocou Matheus Cunha. Endrick permaneceu no aquecimento até o fim das substituições.

Por que Ancelotti reluta em dar minutos a Endrick? O UOL apurou respostas sobre o tema.

Desafios táticos

O treinador enxerga Endrick como jogador jovem com grande potencial e acredita que pode prepará-lo para atuar já neste Mundial. No entanto, há um desafio: a falta de obediência tática às funções esperadas de um centroavante, que vão além de gols.

Ancelotti quer que o atacante exerça marcação alta na saída de bola adversária. Embora tenha essa habilidade, Endrick costuma recuar para buscar a bola em posições mais atrasadas, o que atrapalha a pressão sem a bola.

Quem acompanha o dia a dia do jovem relata talento nos treinamentos, mas destaca improviso e tomada de decisão rápidas, traços da juventude. As correções nem sempre são assimiladas com rapidez.

Em exemplo citado, o treinador orienta para dominar a bola ao invés de chutar de primeira; o atleta aceita, mas na jogada seguinte repete a jogada corrigida e volta a finalizar de primeira.

Pessoas ligadas ao estafe defendem que o impacto em campo não mostra problema tático, mantendo a visão de que Endrick está em processo natural de evolução.

A comissão técnica, porém, não vê postura incomum; espera apenas maior consciência e posicionamento para ampliar o papel dele no Mundial.

O Brasil volta a campo pela Copa do Mundo na sexta-feira, 19, diante do Haiti, na Filadélfia.

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