- Luiz Felipe Scolari, em programa da Seleção SporTV, relembra a goleada de 7 a 1 para a Alemanha na semifinal de 2014, chamando de “catástrofe total”.
- No intervalo, o Brasil perdia por 5 a 0; Felipão diz ter tentado tirar o peso dos atletas do vestiário e falar com carinho, sem muito o que dizer.
- Assumiu a responsabilidade pela derrota junto com a comissão e afirma que não havia muito o que comunicar aos jogadores naquele momento.
- Felipão recorda que, nas oitavas, o Brasil avançou nos pênaltis contra o Chile, após bola no travessão no fim da prorrogação, e que, nas quartas, venceu a Colômbia com Neymar lesionado.
- Conclui que não trocaria aquela derrota por uma eliminação anterior, mesmo diante do desastre, destacando que o objetivo era seguir em frente na competição.
A seleção brasileira viveu uma lembrança dolorosa neste domingo, quando a Alemanha goleou Curaçao por 7 a 1 na estreia do Mundial. O confronto reacendeu o histórico da semifinal de 2014, em que o Brasil sofreu o mesmo placar diante dos alemães, que foram campeões.
Convidado do programa Seleção SporTV, o técnico Luiz Felipe Scolari avaliou o jogo como uma catástrofe. No intervalo, com o Brasil já perdendo por 5 a 0, Felipão afirmou que não havia muito o que dizer aos jogadores e que tentou preservar o peso da derrota, oferecendo apoio e reconhecendo que tudo ocorreu de forma adversa.
Felipão relembrou que, naquele 2014, a equipe já havia passado por momentos difíceis na Copa. Nas oitavas, o Brasil avançou nos pênaltis contra o Chile após a prorrogação; nas quartas, superou a Colômbia, com Neymar lesionado. A narrativa final, segundo o técnico, foi uma delas que não seria trocada, apesar da catastrophização do resultado na semifinal.
Lembranças de 2014
O treinador reforçou que prefere aceitar a derrota de 7 a 1 do que reviver uma eliminação anterior, afirmando que o choque foi um desastre que não deveria se repetir. A conversa abordou também a gestão do ambiente no vestiário e as escolhas feitas para amenizar o peso sobre os atletas, sem esconder a frustração pelo placar histórico.
A conversa também destacou a trajetória da campanha daquele Mundial, encerrada de forma prematura para o Brasil, e o reconhecimento de que erros táticos e emocionais contribuíram para o resultado recorde. Felipão encerrou a participação com a ênfase de que o episódio não define a história da seleção.
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