- A Fifa arquivou a investigação sobre o árbitro assistente de vídeo Shaun Evans, não encontrando irregularidades no gesto observado na partida Alemanha x Curaçao.
- A comissão disciplinar independente da Fifa afirmou não haver violação do Código Disciplinar da entidade.
- A acusação ganhou notoriedade após o gesto ser interpretado por terceiros como referência à supremacia branca, ligado ao símbolo “White Power”.
- Evans negou intenções políticas ou ideológicas, dizendo que o movimento foi espasmo involuntário; imagens mostraram repetição do gesto enquanto ele manuseava uma caneta.
- O árbitro australiano atua na arbitragem profissionaldesde 2004 e participou de sua segunda Copa do Mundo, após atuar no Catar em 2022.
A FIFA encerrou a investigação sobre o árbitro de vídeo Shaun Evans, australiano, e concluiu que não houve irregularidade no gesto visto durante a partida Alemanha x Curaçao, pelo Grupo E da Copa do Mundo de 2026.
A entidade considerou que não há violação ao Código Disciplinar e arquivou o caso, sem aplicação de sanções. A suspensão de qualquer acusação ocorreu após análise de imagens e ouvidas do profissional.
O episódio ganhou notoriedade após a apresentação da equipe de arbitragem de vídeo, com o gesto sendo interpretado por parte do público como referência a supremacia branca. A FIFA afirmou que não encontrou elementos que sustentassem as acusações.
Defesa e contexto do gesto
A defesa de Evans sustenta que o movimento foi involuntário, repetido enquanto o árbitro manuseava uma caneta na cabine do VAR. Análises complementares de imagens foram realizadas pela comissão disciplinar.
O árbitro afirmou publicamente não ter intenção de transmitir mensagens políticas ou ideológicas, e reiterou que o gesto não tinha finalidade comunicativa. Evans participa da arbitragem profissional desde 2004 e atuou em sua segunda Copa do Mundo, após participação no Mundial do Catar, em 2022.
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