- A Fifa concluiu que não houve irregularidade no gesto do árbitro australiano Shaun Evans antes da partida Alemanha x Curaçao, pela Copa do Mundo.
- A entidade investigava uma suposta referência a uma mensagem supremacista durante a apresentação da cabine do VAR.
- Evans afirmou que o movimento foi um espasmo involuntário e subconsciente, repetido enquanto segurava uma caneta, sem intenção ideológica.
- O gesto foi visto por alguns como sinal invertido de “ok”; internautas associaram à expressão “white power”, gerando repercussão.
- No campo, a Alemanha venceu por 7 a 1 e assumiu a liderança do grupo E; a Costa do Marfim ficou em segundo após vencer o Equador.
A Fifa enviou veredito sobre o gesto feito pelo árbitro australiano Shaun Evans antes da partida entre Alemanha e Curaçao, realizada neste domingo, pela Copa do Mundo, no grupo E. A entidade investigava uma suposta referência a uma mensagem supremacista durante a apresentação da cabine do VAR. Não houve violação ao Código Disciplinar, segundo a FIFA.
Evans afirmou não ter feito qualquer sinal com intenção ideológica. A explicação apresentada é de que o movimento foi um espasmo involuntário, repetido ao segurar uma caneta entre os dedos, segundo o próprio árbitro.
O gesto foi registrado momentos antes do jogo, com a mão direita formando um sinal que lembra um beijo invertido, o que levou internautas a associá-lo à expressão white power. A investigação analisou as circunstâncias e imagens disponíveis.
O jogo
Na ausência de polêmicas de arbitragem, a Alemanha venceu por 7 a 1 a Curaçao, na primeira rodada do grupo E. O resultado deixou os alemães na liderança da chave, à frente da Costa do Marfim, que venceu o Equador por 1 a 0 na outra partida do grupo.
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