- A Fifa decidiu que não houve violação ao Código Disciplinar no gesto do árbitro assistente de vídeo Shaun Evans durante Alemanha x Curaçao, no domingo, pela primeira rodada do Grupo E da Copa do Mundo de 2026.
- O gesto, que pode remeter ao símbolo associado ao movimento supremacista branco “White Power”, foi alvo de apuração.
- O Comitê Disciplinar Independente analisou o caso e não encontrou evidências de infração, liberando Evans de punições.
- Shaun Evans é árbitro assistente de vídeo desde 2004, integrante da Federação Australiana de Futebol, participou da Copa do Mundo de 2022 e voltou a atuar na edição atual.
- A investigação foi iniciada após a divulgação das imagens da equipe de arbitragem de vídeo do confronto.
O órgão máximo do futebol declarou que não houve irregularidade no gesto do árbitro assistente de vídeo Shaun Evans durante o jogo entre Alemanha e Curaçao pela primeira rodada do Grupo E da Copa do Mundo de 2026. O lance ocorreu no domingo, 14 de junho, e levantou questionamentos sobre possível referência a um movimento supremacista branco.
Em comunicado divulgado nesta segunda-feira, 15 de junho, o Comitê Disciplinar Independente da Fifa informou que não encontrou evidências de violação ao Código Disciplinar. Com isso, Evans foi liberado de sanções relacionadas ao episódio.
O gesto, visto nas imagens da apresentação da equipe de arbitragem de vídeo, foi interpretado por alguns como uma referência ao símbolo associado ao slogan White Power. O sinal envolve três dedos e um círculo entre o polegar e o indicador, formando uma letra W com um traço que lembra P.
Shaun Evans é árbitro assistente de vídeo da Fifa desde 2022 e integra a Federação Australiana de Futebol. Ele participou da Copa do Mundo no Catar em 2022 e retornou à equipe de arbitragem de vídeo nesta edição do torneio sem qualquer punição após a análise.
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